Comunicação em tempos de gripe suína

Diante do quadro instaurado da gripe H1N1 (gripe suína) na Argentina e no Chile, o Ministério da Saúde brasileiro emitiu ontem uma nota de recomendação para os turistas que pretendiam viajar a esses países nos próximos tempos. O comunicado girava em torno da recomendação para que pessoas que possuem saúde fragilizada ou estejam em um período de imunidade mais baixa (como gestantes, idosos e crianças de até dois anos) adiem suas viagens a fim de evitar a contaminação e a disseminação da doença no Brasil. Porém, o resultado que se observou é que não só tais grupos, como também muitos outros turistas que tinham planejado suas viagens para tais locais cancelaram suas passagens, além do que a população em geral sofreu um choque com a forma impactante com que a notícia foi divulgada pelos meios de comunicação.


Em virtude disso, a grande dúvida que fica no ar na área de comunicação é como os governos argentino e chileno articularão estratégias para, após o problema da epidemia, atrair e convencer novamente estrangeiros a visitarem o país, atividade esta que nos dois países assume grande importância em suas respectivas economias. Fiquemos, então, atentos para ver como serão solucionadas tais crises.

E você, como RP, o que acha que os governos irão fazer a respeito e como contornaria o problema?
Catarina Rangel
Mariany Granato
Raisa Kamaura
Diretoria de Comunicação
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Uma resposta em “Comunicação em tempos de gripe suína

  1. Uma ótima estratégia pode ser a mesma que o Governo de Santa Catarina usou para atrair turistas após as enchentes do final do ano passado. Ir aos grandes centros do país e às cidades em que residem a população que majoritariamente tem condições e costumam viajar para as praias catarinenses e em parceira com agencias de viagens convidar o target para um 'evento' e explicar com clareza a situação. No caso o governo de SC explicou que estavam realmente desesperados, que as condições ainda nao eram as meelhores, mas que já tinha acessos liberados para se chegar às praias, que algumas praias nao foram afetadas e o mais importante, que por ser uma região baseada no turismo, eles precisavam que os visitantes nao cancelassem mais suas viagens.O chile e argentina poderiam pensar nisso e vir aos grandes centros do país explicando que já tomaram mediddas anti epidemia e que não há motivos para cancelarem as viagens a estes países.Abraços,Mateus d'Ocappuccino

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