O Crowdfunding: financiamento coletivo 2.0

A onda do crowdfunding teve início nos Estados Unidos, em 2009, com o lançamento da rede Kickstarter, hoje a maior do mundo, que já permitiu que mais de 380 mil pessoas buscassem recursos para colocar suas ideias em prática. Mais de 30 milhões de dólares em recursos foram solicitados por meio da plataforma, sendo que a
lguns projetos chegaram captar mais de 100 mil dólares. A ideia é simples: são feitas arrecadações colaborativas para projetos e negócios inovadores e promissores.

No Brasil, o primeiro site do tipo é o Vakinha, dos sócios gaúchos Fabricio Milesi, Diego Izquierdo e Luiz Felipe Gheller. A plataforma aborda não só negócios e projetos, mas também sonhos de consumo pessoais como carros, viagens, objetos caros, etc.

O autor do projeto apresenta sua proposta para os internautas e diz quanto pretende arrecadar. Os interessados em apoiar a ideia doam qualquer quantia em dinheiro e geralmente acabam ganhando uma recompensa, por exemplo, se o projeto for um filme, os colaboradores irão ganhar uma cópia em primeira mão.

Os donos das plataformas onlines geralmente ficam com 5% do valor arrecadado, quando o projeto é aprovado. Se a meta de arrecadação não for atingida, o autor do projeto não ganha nada e os investidores recebem o dinheiro investido de volta. Em alguns casos, não em espécie, mas em forma de crédito para investir em outros projetos.

Hoje, o site de crowdfunding de maior sucesso no Brasil é o Catarse. O primeiro financiamento coletivo feito nele foi a Rabiscaria, loja virtual de Goiânia que congrega designers e ilustradores para criar produtos personalizados como utilidades domésticas, louças, peças de vestuário, entre outros. A proposta era contar com artistas de todo o Brasil que quisessem desenvolver estes produtos. Já no início de março o projeto arrecadou 103% do valor necessário.

Crowdfunding é um modelo novo e original de se arrecadar fundos, capaz de mobilizar investidores do mundo todo para os mais variados projetos, ideias, negócios e sonhos. Podemos chamá-lo então de financiamento coletivo 2.0, que tal?
 
Fontes:
 
Raissa Viegas
Diretoria de Comunicação
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