O Planejamento Participativo

É intrínseco ao papel do relações públicas planejar. Dentre as diversas atividades que podemos desenvolver o planejamento está atrelado à todas.

O planejamento começa ao pensarmos naquilo que deve ser feito, dentre os passos para isso estão o estudo, o questionamento, o diagnóstico, as tomadas de decisão, as estratégias de ações, a definição dos objetivos, entre outros. Ou seja, o planejamento envolve tudo aquilo que ajuda a definir o caminho a ser seguido para realizar um ação. Além disso, o planejamento também tem caráter dinâmico, tem a capacidade de mudar e se articular enquanto acontece.

Um processo de planejamento em relações públicas deve estruturar-se em quatro passos, através da pesquisa, do planejamento, da execução e da avaliação das ações. Tudo isso faz com que a satisfação dos resultados e dos objetivos seja maior ao final do processo.

Dentre os diferentes tipo de planejamento conhecidos, hoje, uma boa opção é o planejamento participativo. A sociedade passou a exigir maior espaço na participação e nas tomadas de decisões, assim como os funcionários das empresas e os membros dos mais diversos tipos de organizações. O planejamento participativo, assim como o nome assinala, é aquele em que todos os envolvidos em determinado processo tem direito a igual participação em seu planejamento. Assim, todos podem e devem emitir opinião, todas as ideias devem ser respeitadas, os indivíduos se tornam sujeitos ativos, tudo é feito com trasnparência e há a aprendizagem mútua.

No planejamento participativo o relações públicas é o profissional mais indicado para lidar com suas ferramentas, técnicas e para moderá-lo. Já que a moderação é um instrumento de mudanças que está centrado nas pessoas, nos processos de grupos e na comunicação. O relações públicas deve ser o facilitador do processo, ser neutro, além de ser o catalisador das ideias apresentadas. Para moderar um processo de planejamento participativo também é necessário estimular o debate entre os participantes e gerir os conflitos que podem surgir, especialidade do RP.

A moderação também exige confiança, saber transmití-la e exige o gostar de lidar com pessoas, outras características fundamentais para um profissional de relações públicas. Ano passado, a Câmara Municipal de cidade de Santos, no litoral paulista, promoveu um  planejamento urbano participativo que deu certo. O que estava em pauta eram principalmente assuntos que envolviam as políticas públicas de turismo.

Basta ter em mente que os resultados são muito melhores quando realizamos as coisas em conjunto, quando não há a participação dos envolvidos, o comprometimento e a auto-identificação dos mesmos com o projeto ou a ação a ser realizada são muito baixos. Então, que tal fazermos juntos e integrados?

Laís Ribeiro Thomaz
Diretoria de Qualidade

Fontes

Enfoque Participativo no trabalho com grupos. Sérgio Cordioli.

Moderação. Maria Collete.

Planejamento participativo! Case de sucesso: Santos (SP)

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