“Yes, we can”

ImagemCom o sucesso da eleição e reeleição do Presidente norte-americano, Barack Obama, as estratégias de marketing e de relações públicas utilizadas por sua equipe, tanto no período de gestão como no de campanha, tiveram muita repercussão. Obama pode ser considerado um revolucionário do marketing político, utilizando-se do chamado “e-marketing 2.0”. Sua estratégia de relacionamento com o público revela muita inovação no campo da política, esta que está se tornando algo cada vez mais desgastado pela mídia e distante da população. 

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A equipe de relações públicas de Washington valorizou, durante toda gestão, a preocupação em manter o Presidente cercado pelo público – em especial seus eleitores. Em sua visita ao Brasil, a intenção era atrair a multidão carioca para seu discurso. As mensagens do Presidente passavam ideias de um discurso feito diretamente para o povo brasileiro, algo popular, afim de atingir todas as camadas sociais. Para garantir a efetividade da campanha, “Obama no Brasil”, sua equipe propôs aos internautas que deixassem mensagens de boas-vindas ao presidente. Posteriormente, as melhores mensagens seriam premiadas com brindes como iPhones, iPads, camisetas e livros. 

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No período de campanha, o grande foco estratégico era passar a imagem de um presidente popular e acessível, um “cara como você”, mesmo sendo ele o homem mais importante e poderoso do mundo. A campanha digital de Obama foi um grande diferencial para derrotar Hillary Clinton, em 2008, pois o retorno das redes sociais já era muito intenso. Já em 2012, o candidato se mostrou ainda mais alinhado às tendências cibernéticas: ao final de um comício, em Nova York, Obama pediu que seus eleitores se juntassem ativamente à campanha. De que forma? Pedindo que pegassem seus celulares e enviassem um SMS para o número x com a palavra “Join”. A partir de então, aquela multidão através de um clique passou a receber e-mails, pedidos de arrecadação financeira, e-commerce, relatos da campanha e mensagens do próprio Presidente em seus aparelhos.

Os estrategistas da campanha de Obama também relatam que buscaram votos através de pesquisas de perfil do eleitorado de todas as regiões dos Estados Unidos,  levantando dados como sexo, religião, renda, além de costumes e níveis de consumo populacionais. Traçado o perfil, buscaram estratégias de comunicação para atrair esse eleitorado, tanto a participar da votação (que não é obrigatória) como para votar no Presidente democrata.

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Em um trabalho de gestão e campanha como esse, percebe-se a grande importância do trabalho de relações públicas em conjunto com o marketing, além do imenso valor da comunicação nas relações humanas.  Nós, profissionais da área, devemos a todo momento buscar as novidades, as tendências e principalmente o conceito principal investido na imagem de Obama: “inovação”. 

Julia Yamaguchi Ferreira

Diretoria de Presidência

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