Novos públicos, novas estratégias

Harry Potter, Crepúsculo, Jogos Vorazes, Divergente, A Culpa É Das Estrelas… Você com certeza pelo menos já ouviu esses nomes em algum lugar. Muito mais que grandes sucessos de bilheterias, eles são, principalmente, livros voltados para o público jovem que viraram grandes fenômenos mundiais. Exemplificam o peso desse público dentro do mercado editorial, onde em qualquer lista de mais vendidos que você consultar vai encontrar nomes como John Green, Cassandra Clare e muitos autores que escrevem livros jovem adultos.

Contrariando todas as expectativas, muitos dos livros citados acima foram os responsáveis por mostrar a essa geração da “era digital” que os livros são muito mais que ferramentas educativas, mas, acima de tudo, são uma fonte infinita de entretenimento. Hoje a internet está abarrotada de blogs e vlogs literários do mundo todo, alguns extremamente famosos como o Xtinemay, possuem uma influência tão grande que são acompanhados de perto pelos próprios autores e pelas editoras.

Isso tudo mostra como muito mais do que leitores, esses jovens se tornaram verdadeiros fãs, colecionadores de estantes cada vez mais cheias e um público exigente que rende muito dinheiro para as editoras.

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Um banho de água fria

Você já deve ter visto pela internet inúmeras pessoas tomando banho de água gelada, mas você sabe qual o motivo por trás desses banhos?

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A campanha chamada “ALS Ice Bucket Challenge” é um desafio que serve para conscientizar as pessoas sobre a doença ALS e também para levantar fundos a fim de achar uma cura para ela.

Mas o que é a ALS? ALS é a sigla em inglês de Amyotrophic Lateral Sclerosis (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central, que controlam os movimentos voluntários dos músculos e a sensibilidade preservada. O que começou com uma simples brincadeira, acabou se tornando um viral após Peter Frates, ex-jogador de beisebol que foi diagnosticado com a doença em 2012, decidir espalhar o desafio, que logo atingiu pessoas famosas como Mark Zuckerberg e Bill Gates, que aderiram a campanha e continuaram espalhando a ideia. (continua)

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Do “match” ao (re)encontro

Se ainda não ouviu falar do Tinder, vamos por partes. Ele se trata de um aplicativo que, baseado no Facebook do usuário, cria seu perfil com o intuito de conectá-lo a outros perfis que o interessam. Se a pessoa do seu interesse também gostar de você, acontece um “match”, ou seja, o app inicia um chat com os perfis interessados para que possam conversar e marcar um encontro. Criado em 2012, o Tinder chegou ao Brasil ano passado e anda fazendo sucesso entre os que procuram seu par ideal.

Aproveitando o bom momento da plataforma, a agência de publicidade OneWG, de Florianópolis, lançou em dezembro de 2013 uma campanha chamada “Blind Date” que visa ajudar a busca de pessoas desaparecidas no país.

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Até que ponto uma organização pode querer influenciar seus clientes?

A história das relações públicas brasileira tem forte vínculo com a política, sendo ela presença fundamental em grandes períodos históricos dos nossos governos, pois seu conteúdo se alinha muito bem ao marketing político e eleitoral, utilizando da gestão de relacionamentos como uma forma de se aproximar dos seus públicos até os dias de hoje.

Grandes organizações apolíticas detêm forte influência sobre seu público, lançando tendências e novos hábitos.  Mas até que ponto elas podem explorar sua projeção?

O banco Santader Select, destinado aos clientes que possuem renda mensal superior a 10 mil reais, trouxe uma coluna dentro do extrato do mês de julho, na qual ganhou grande repercussão devido ao seu posicionamento político:

A coluna que aborda as relações financeiras do cliente trazia uma mensagem sobre o atual Governo de Dilma Rousseff e sua má influência na economia. A instituição, que tinha como diferencial sua forma de tratamento com os clientes nas redes sociais, foi fortemente repreendida nas mesmas, gerando comentários negativos em diversos blogs de economia, política e comunicação.

tx1Leia o texto na íntegra no nosso site: http://goo.gl/fZb5MX

Era uma vez

Não é exagero afirmar que é difícil encontrar uma garota sequer que em algum momento de sua infância não tenha se apaixonado por um dos filmes da Disney, e toda sua atmosfera de encantamento, a princesa, o príncipe, e a promessa de felicidade até o fim.

Como uma das maiores companhias de entretenimento infanto juvenil, o poder de influência de suas produções sobre as crianças já foi investigado em vários artigos acadêmicos, expondo a criação e manutenção de padrões e costumes sociais nos filmes. Mulheres sensíveis que encontram seu final feliz ao lado de um homem, seu salvador. Embora essa imagem esteja sendo desconstruída pela própria companhia em filmes como Malévola e Frozen, em que a história se concentra em outros tipos de amor e não na necessidade de um homem, a imagem sexista dos contos de fadas ainda perdura.

Tal influência sobre o mundo infantil resultou em uma grande polêmica nos Estados Unidos acerca de uma campanha promovida pela empresa em conjunto com a Barneys New York em dezembro de 2012. Intitulada de “Eletric Holiday”, a campanha traz personagens da Disney vestindo modelos Balmain, Dolce & Gabbana, entre outros. A polêmica gerada em cima da campanha se deve a estilização dos personagens, todos altos e extremamente magros. O diretor criativo da Barneys, Dennis Freedman, chegou a afirmar que “A Minnie Mouse padrão não ficaria tão bem em um vestido Lanvin”.

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Tempo é dinheiro!

Fazer origami, falar russo, analisar obras de Machado de Assis, fotografar animais… Você sabe fazer alguma dessas atividades?

Não importa o que seja, mas sim a vontade de ensinar e aprender. Essa é a ideia por trás da Bliive, plataforma online que busca o compartilhamento de tempo (e assim, conhecimento) por qualquer pessoa, a rede já é usada em mais de 70 países e com cerca de 39 mil usuários.

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Bum, Bum, Bum Castelo Rá-Tim-Bum

Se você nasceu na década de 90, ou mesmo em outras décadas, com certeza conhece ou já ouviu falar de um dos programas da televisão brasileira mais famoso entre as crianças, e por que não entre os adultos? O Castelo Rá-Tim-Bum, uma produção da TV Cultura, que começou a ser transmitido em nove de maio de 1994, e obteve a maior audiência que o canal já conseguiu com um programa educativo.

            Inspirado na também produção educativa, transmitida pela TV Cultura, Rá-Tim-Bum, o Castelo se tornou um sucesso em pouco tempo. Criado pelo dramaturgo Flávio de Souza e pelo diretor Cao Hamburger, o enredo contava com diversos personagens que entraram para a história da televisão brasileira, como o Nino, o menino de 300 anos, e seus amigos fiéis Pedro, Biba e Zequinha.

            Como se esquecer da poderosa feiticeira Morgana, e de todos os outros personagens que com certeza marcaram muitas infâncias: Etevaldo, Adelaide, Celeste, Godofredo, e cada um que ajudou a construir o sucesso do Castelo Rá-Tim-Bum.

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