Yo! It’s that simple!

Yo: It's that simple.

A tecnologia vem trazendo novos jeitos de facilitar a comunicação interpessoal, não apenas em qualidade, mas também em rapidez. A procura para conseguir ser entendido por alguém a quilômetros de distância é constante e incessante.

Para quem ainda não sabe, em abril deste ano foi lançado o aplicativo “Yo”. O que ele faz? Ele manda um “Yo” para o contato escolhido. Simples assim. A descrição do aplicativo é auto explicativa:

Yo

           “Yo é uma ferramenta de comunicação de toque único

          Yo é tudo e qualquer coisa, tudo depende de você, do receptor e do tempo do Yo.

          Quer dizer “bom dia”? apenas Yo.

          Quer dizer “Bebê, estou pensando em você” – Yo.

          “Terminei minha reuniao, venho ao escritório” – Yo.

          “Esta acordado?” – Yo.

          As possibilidades são intermináveis.

          Nós não queremos seu email, Facebook, não há pesquisa, nem nada, apenas Yo.

          Abra o app, toque Yo, é isso.

          É assim simples. Yo.”

Enquanto alguns acham que não serve para nada, muitos pensam nele como o futuro da comunicação, inclusive empresários, o que fez com que o produto já tenha arrecadado por volta de um milhão de dólares em investimentos e é um dos aplicativos mais populares da Apple Store. Segundo os criadores, o número de “Yos” enviados por dia está em torno dos quatro milhões, o que pode caracterizar uma tendência em minimizar a comunicação interpessoal.

Ao mesmo tempo, também é perceptível que o Twitter, por exemplo, não satisfaça a vontade da sociedade em expressar suas ideias e ter espaço para que exista uma troca de opiniões, ao considerarmos os movimentos sociais, as novas ideologias e até mesmo o perfil das gerações que mais utilizam as redes sociais e que virão a utilizar.

E na sua opinião, o que será daqui para frente? Mais ou Yo?

 Lya Beatriz

Diretora de Projetos

Fonte:

Gizmodo Brasil

Business Insider

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Lulu x Bolinha

Com essa quantidade de apps rolando por aí, vamos falar sobre o assunto mais polêmico do momento: os novos aplicativos que avaliam homens e mulheres.

Toda essa história teve início com o Lulu, que foi idealizado e posteriormente desenvolvido pela jamaicana Alexandra Chong. Pra quem ainda não conhece, esse aplicativo se conecta diretamente com o Facebook e é disponível somente para as mulheres. Elas tem acesso a uma lista dos homens de que são amigas na rede social e podem avalia-los anonimamente de diversas formas através de perguntas e hashtags, gerando uma nota final.

Alguns mais criativos e dispostos até se aproveitaram do caso para ganhar dinheiro, como os criadores do Lulu Fake, um site que vende avaliações. Os homens podem escolher entre três pacotes e, depois de efetuado o pagamento, meninas no Brasil inteiro trabalham realizando os UPs nas análises dos perfis.

Imagem 1

Depois da enorme divulgação e alcance que o caso gerou, os homens tiveram reações diferentes sobre o assunto. Para os que não gostaram muito da ideia de serem literalmente avaliados e expostos dessa forma, surgiu o Tubby, o que parecia ser uma vingança do sexo masculino. Para a divulgação, o aplicativo contou com páginas em redes sociais, site, inúmeras matérias em jornais, televisão, internet etc. As mulheres que não queriam ser avaliadas, podiam excluir sua conta antes mesmo do app ser lançado, e quando isso ocorresse, uma mensagem dizendo que a pessoa “arregou” aparecia em sua página do Facebook, fazendo o Tubby se propagar ainda mais.

Imagem 2

Para a alegria de uns e tristeza de outros, no dia 6 de dezembro, foi divulgado um vídeo de lançamento do aplicativo. Nesse vídeo que os criadores do Tubby apresentam, um suposto investidor coreano do app fala sobre as funções do mesmo, com legendas em português. Quando a legenda oculta do Youtube é ativada, percebemos que as duas versões não tem o mesmo significado. Enquanto a legenda original do vídeo exibe a finalidade, a oculta mostra que tudo não passou de uma brincadeira, o Tubby só foi criado para conscientizar as pessoas e mostrar o quanto não estávamos sendo sensatos tratando pessoas como objetos. Confira:

Alguns ainda dizem que o aplicativo existia mas, por ter causado muita polêmica e até proibições em algumas cidades, o caso foi revertido de última hora. Sites como o Não Salvo e até a própria página do Tubby no Facebook continuam afirmando que realmente tudo não passou de uma brincadeira, uma ação de conscientização e até mesmo uma estratégia para os criadores divulgarem a imagem deles.

Pensando em todas essas novidades, nosso papel como relações-públicas está inserido em cada detalhe dos acontecimentos. A partir do momento que essa grande quantidade de pessoas estão envolvidas, vários meios de comunicação são utilizados e ocorre uma rápida difusão do tema, o profissional está quase automaticamente fazendo parte do processo.  Em relação as polêmicas causadas, o RP tem a função de amenizar as crises e/ou, leva-las para o lado positivo. Quando se fala em ações de conscientização, quem trabalha com relações públicas é muitas vezes responsável por estuda-las, definir o público e idealiza-las. O mesmo ocorre com a divulgação da própria imagem, que são técnicas utilizadas por muitos RPs que trabalham principalmente com assessoria.

Depois de todos esses episódios, parece que mais um novo está chegando. Divulgado dia 9 de dezembro, o Clube do Bolinha é um aplicativo que veio com a mesma intenção do Lulu, mas dessa vez quem avalia são os homens. Prometendo hashtags e avaliações mais leves que o Tubby, o app já está disponível para alguns smartphones. Agora só nos resta aguardar para saber o que vem por aí!

Iolanda Souza

Trainee de Comunicação