Slogan: a ligação entre marca e consumidor

A palavra slogan foi criada pelos celtas e significa “grito de guerra”. Eles a utilizavam como forma de motivar seus guerreiros criando um vínculo emocional com os mesmos.

Sobre quatro R’s das relações públicas, o slogan está inserido no primeiro, Reconhecimento. Ele foi classificado neste primeiro por conta do seu objetivo que é fazer com que a marca não seja esquecida pelo mercado onde a partir do momento que o slogan é dito, a pessoa consiga associar imediatamente a marca do produto. Por exemplo, “Amo muito tudo isso”, logo a pessoa associa ao McDonalds.

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Outro objetivo do slogan é emocionar as pessoas. Mas para isso é feita uma ligação entre a propaganda, o logo e, consequentemente, o slogan. Afinal, para que seu produto seja consumido é necessário causar uma aproximação do consumidor com sua marca.

A marca Pedigree é um grande exemplo de marketing. Eles utilizam comerciais que afloram o lado emocional do público, sendo que, no final, é relacionado seu produto, logotipo e slogan, que se encaixa perfeitamente nas propostas das propagandas. Confira abaixo um dos comerciais mais famosos da marca.

Mas como tudo que envolve a comunicação é necessário ter cuidado com esse quesito tão importante da marca. Ele necessita ser criado conforme a essência da marca, se não, o consumidor pode ficar desapontado.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o slogan deve ser criado após a fase de consolidação da marca, como por exemplo, na criação de novos produtos ou expansão. Servindo para consolidar a marca.

Atualmente, sites estão trabalhando slogans com um humor inteligente. Eles utilizam o logo e no lugar do slogan colocam uma frase engraçada que condiz o produto.

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A identidade da marca é o que faz o sucesso acontecer. Agradar públicos e colocar à disposição produtos que eles se familiarizam – tanto por seus comerciais ou por seus slogans – é o que alavanca a venda do produto ou serviço. Portanto, entender seu público e trabalhar com ele é o caminho para uma marca bem sucedida!

Fontes:

Imagina seu Site

Calabocajornalista

Larissa Ferracine Rodrigues

Consultora de Gestão de Pessoas

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Todo cuidado é pouco!

No fim da tarde da sexta-feira 11 deste mês, a advogada Daniely Argenton foi surpreendida com a visita de um oficial de justiça que portava um documento informando que a Renault do Brasil iniciara um processo contra ela por danos morais. O motivo de tal acusação era a seguinte: a consumidora havia reclamado em páginas da internet do mau funcionamento de seu Mégane 2.0, com problemas no motor desde que saiu da concessionária (o carro perdia aceleração em pleno movimento).

Daniely comprou o carro em 2007 e depois de quase quatro anos de conflito com a concessionária e diante da demora da resolução do caso, decidiu reclamar na internet através do site http://www.meucarrofalha.com.br/, de vídeos no YouTube e também pelo seu perfil no twitter.

A idéia de dar publicidade ao caso na internet surgiu depois que a advogada soube de outro caso ruidoso nas redes sociais, o do servidor público Oswaldo Boreli. Ele recebeu um orçamento de três mil reais de um serviço autorizado da Brastemp quando sua geladeira apresentou um problema. Como o valor do reparo era superior ao do próprio produto, entrou em contato com a empresa e aceitou uma proposta conciliatória: comprar uma geladeira nova a preço de custo. Entretanto os dias se passaram e nenhuma geladeira chegou. No caso de Boreli depois de muito reivindicar e divulgar seu problema nas redes sociais, seu caso foi resolvido e sua geladeira nova foi entregue, diferente de Daniely que acabou, além de tudo, processada.

Ressarcindo ou processando seus consumidores, ambas as empresas saíram desta experiência com suas imagens denegridas. E os principais culpados deste fato não são Daniely e Boreli, mas sim as próprias Renault e Brastemp que ao “deixarem de lado” dois de seus compradores, se esqueceram da facilidade e rapidez com que as informações correm na atualidade e de que hoje, um “simples” consumidor que se sinta prejudicado possui inúmeras ferramentas que lhe possibilita voltar toda a atenção para uma falha daquela empresa.

Camila Ribeiro

Diretoria de Comunicação

A CO-CRIAÇÃO E A GESTÃO DE RELACIONAMENTOS


No contexto mercadológico em que se encontram consumidores, clientes e organizações, uma realidade cada vez mais assistida é a co-criação. Este conceito implica na participação do próprio consumidor tanto no processo criativo, quanto no desenvolvimento dos produtos feitos pelas empresas. O objetivo de tal ação é induzir um número cada vez maior de pessoas interessadas em adquirir certo produto. Para que este “desejo” surja é realizada uma pesquisa de mercado, que visa a mensuração dos pontos mais atraentes e esperados para determinado material, ou seja, o próprio mercado auxilia na construção deste “novo objeto”. Exemplos bem consistentes disto são o Youtube e o Wikipédia, sites estes em que os próprios internautas postam o conteúdo exibido.


A co-criação permite que se evite a rejeição de um produto pelo mercado, além de aumentar o processo criativo de uma empresa. Dentre os motivos que levam as pessoas a participarem desta criação, destacam-se: a necessidade de colaboração com algo que posteriormente será adquirido por elas e a oferta do “poder de escolha” das características que julguem importantes para o desenvolvimento desse material.

O INFOMARKETING em conjunto com a co-criação emergem como ferramentas de negócios, que se bem utilizadas nas mídias sociais corporativas proporcionam uma aproximação, incentivando a gestão do relacionamento das organizações com seus respectivos stakeholders, integrando-os em um processo de criação de produtos, também consumidos por eles futuramente.

Jéssica Fleckner

Diretoria de Comunicação

SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor

Criar um bom relacionamento com o consumidor tem sido uma das tarefas mais almejadas por empresas prestadoras de serviços. Em algumas empresas, essa tarefa é também realizada por um departamento especializado denominado Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Tem-se que a principal função do SAC é a de fazer o elo empresa/consumidor. Esse contato direto com uma empresa representa para o consumidor a oportunidade de aumentar sua satisfação. Pode-se dizer que um Serviço de Atendimento ao Cliente é bem sucedido quando excede as expectativas do consumidor.

Entretanto, existem diversos problemas que giram em torno do SAC. O grande número de reclamações e dúvidas sobre produtos no Procon, por exemplo, pode ser reflexo do mau atendimento realizado por esses serviços. Na maioria das vezes, o consumidor se dirige ao Procon para fazer uma queixa após consultar o SAC da empresa reclamada. Isso mostra a ineficiência de muitas empresas na área.

As reclamações, dúvidas e até elogios que os consumidores realizam por meio do SAC deveriam ser aproveitadas pelas empresas para melhorar seus procedimentos internos/ externos e cada vez mais, aprimorar-se na satisfação do seu cliente. O SAC é uma das principais ferramentas que proporcionam às empresas o que elas precisam para entender o consumidor, para compreender seu comportamento e saber assim servi-lo e atendê-lo com eficácia. Mais do que entender, os SACs também medem o que é preciso para valorizar o cliente, para voltar todas as suas ações a eles. A análise do feedback é de suma importância para que a organização saiba exatamente qual a opinião de seus consumidores com relação a essas ações.
Sabendo da importância de um SAC bem estruturado para o sucesso de uma organização, podemos analisar o papel das Relações Públicas nesse cenário. O profissional dessa área desenvolve basicamente duas funções dentro de uma empresa: a função estratégica de gerenciar a cultura da organização em relação aos públicos e planejar, executar e gerir o relacionamento com os mesmos e a função mediadora de diálogo, troca ou discussão de ideias, de opiniões e de conceitos visando o entendimento geral.
Sendo assim, planejar, pensar estrategicamente, mediar, analisar os cenários e gerir relacionamentos está dentre as habilidades do relações-públicas. Levando isso em conta, esse profissional estará preparado para conduzir as ações de uma tão importante ferramenta de comunicação como é o SAC.
Camila Ribeiro
Diretoria de Comunicação