Sua postura é coisa séria

O mundo corporativo hoje cobra muitas coisas, ter um bom currículo e uma postura adequada no trabalho são fatores essenciais.  Um comportamento fora dos padrões pode muitas vezes prejudicar a empresa em que você trabalha e consequentemente, sua continuidade como profissional, e até mesmo em outras empresas que buscam indicações pessoais de seu trabalho.

Parece básico, mas atrasos e faltas constantes, fofocas exageradas e até mesmo a roupa que você usa são fatores de grande importância para seu êxito dentro de uma empresa, mas em algumas situações, não é o básico que prejudica. Muitas vezes brincadeiras de mau gosto acontecem por parte de funcionários, envolvendo a empresa e a marca, o que acaba denegrindo a imagem da organização e do próprio funcionário, a postura inadequada e algumas atividades um tanto quanto desnecessárias podem gerar crises empresariais.

Mas estamos falando de um funcionário prejudicar a empresa por causa de uma brincadeira ou uma atitude fora dos padrões? Parece uma situação pouco corriqueira! Mas ao verificar profundamente podemos perceber que existem mais casos do que as pessoas possam imaginar. A própria mídia veicula constantes notícias desse segmento, onde funcionários prejudicam sua própria imagem e a da organização por atitudes inadequadas.

Casos recentes não faltam para pontuarmos, na primeira semana de março de 2014, foi veiculado um vídeo onde funcionários do Burger King tomavam banho em uma caixa d’água, a atitude foi justificada como uma “limpeza” dos reservatórios, porém a imagem e a atitude fora dos padrões e procedimentos estabelecidos gerou a demissão dos funcionários envolvidos, além de uma pequena crise para a grande rede de fast food americana, com a mídia e a tecnologia atual as informações são passadas em outra dimensão, como o caso do desse vídeo.

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Mas certamente esses problemas de comportamentos não ficam restritos à rede alimentícia, outra atitude inadequada e que foi considerada de  mau gosto foi realizada por funcionários da Claro TV, após um cliente realizar uma solicitação de redução na mensalidade, dois funcionários da empresa de telefonia mudaram o nome desse mesmo cliente para “Otário Chorão” em sua fatura. A brincadeira  não pegou nada bem e, em nota oficial, a Claro TV informou que “este tipo de conduta não está de acordo com os princípios e valores da empresa, por esse motivo, fizemos o desligamento de dois atendentes e adotamos todas as providências necessárias para solucionar a questão”.

Outras situações desse tipo acontecem com uma frequência bastante regular, como o caso do funcionário que perdeu a razão e partiu para um ato mais agressivo! Isso aconteceu em uma filial do Mc Donald’s em Greenwich Village, nos Estados Unidos, onde um empregado agrediu duas clientes após uma discussão com um taco de golfe, o vídeo foi postado e gerou muitas polêmicas e até a prisão do mesmo. Além dessas situações, outras das mais inadequadas e bizarras também aconteceram: a foto de um funcionário do Burger King pisando em uma caixa de alfaces foi publicada, outro que trabalhava no Taco Bell lambendo os pratos que seriam servidos, além de um funcionário lambendo o Purê da rede alimentícia KFC, todos os conteúdos foram gerados pelas mídias sociais e causaram pequenas crises empresarias para todas as organizações envolvidas, além da demissão dos envolvidos.

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Certamente que essas atitudes são geradas por grande ausência de bom senso e parecem longe de uma realidade, mas os casos só aumentam e acabam se tornando mais comuns do que se pode imaginar, o que realmente podemos nos atentar é o quanto a postura dentro de uma organização é importante para a imagem que queremos passar, seja a imagem pessoal como funcionário, como a da empresa em que trabalhamos. Portanto se atentar ao comportamento é sempre importante, responsabilidade e atitudes adequadas sempre serão relevantes em uma caminhada de sucesso profissional e boa gestão da imagem.

Felipe Picoli

Consultor em Pesquisa e Desenvolvimento

O jogo só acaba quando termina?

O Brasil é mundialmente reconhecido como o país do futebol. Está introjetado em nossa cultura, em nosso DNA, as práticas futebolísticas desde criança, a “pelada” do final de semana,  o futebol de domingo à tarde na TV e, até mesmo, o “R” hiperbólico de RRRRonaldinho imortalizado por Galvão Bueno.  Segundo o sociólogo e professor de Sociologia da Unesp Waldenir Caldas: “O futebol é visto pelos estudiosos como uma das três maiores expressões do nosso povo, ao lado da religião católica e do samba. Somos conhecidos como ´a maior nação católica do mundo e o país do futebol com samba na veia”

Devido a essa paixão e à qualidade técnica dos jogadores que aqui iniciam suas carreiras, o futebol é um assunto recorrente nas grandes mídias tanto nacionais quanto internacionais. No dia 8 dezembro o Campeonato Brasileiro, também conhecido como “Brasileirão”, principal torneio de futebol nacional, conheceu os quatro times que disputarão a Copa Libertadores da América bem como aqueles que jogariam a série B no ano de 2014, (uma vez que, pelo atual modelo de pontos corridos do Campeonato, o campeão, Cruzeiro, já havia sido definido com rodadas de antecedência).  Para alguns, o apito final significou o fim do jogo, para outros ele só foi estopim para uma nova partida. Isso porque o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva – STJD, entrou com um recurso contra a Portuguesa alegando que esta, havia escalado um jogador de forma irregular.  O time paulista perdeu, com isso, 4 pontos, e foi rebaixado no lugar do Fluminense; A Portuguesa está recorrendo à decisão. Essa não foi a primeira vez que o time carioca foi, de alguma forma, beneficiado em competições nacionais.

Como contrapartida, em 2010 o STJD teve uma postura diferente com o Duque de Caxias e com o próprio Fluminense que, na ocasião, escalaram jogadores irregulares. A equipe do Rio nesse ano foi campeão do Campeonato Brasileiro mas com a punição, não o seria.

O campeão de 2013, Cruzeiro, também escalou um jogador irregular sendo enquadrado no mesmo artigo da Portuguesa nº214, porém o time foi inocentado.

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Pode isso Arnaldo? No Caso, o time mineiro foi absolvido sem ter que pagar nenhuma multa. Foi considerado que o erro pela escalação do jogador irregular foi da Federação Mineira e não do clube.

Diante desses fatos, e sob a ótica de um relações-públicas a questão que vem à tona é: como ficará a imagem do futebol brasileiro no ano que o país sediará a Copa do Mundo perante um episódio como esse?

Logo no título “Acesso ao escritório” o Diário Olé deixou clara a sua opinião sobre o ocorrido, destacando o “fato incrível” da falta de regularidade de resultados de um time que no ano anterior havia levantado a caneca do mesmo campeonato.

Outro ponto levantado pelo Diário Olé e também pelo site italiano Goal foi a comemoração dos torcedores das laranjeiras diante dos fatos.  “O que não foi digerido é o fato de que se fez uma grande defesa em tribunal de uma equipe que teve uma temporada mais do que decepcionante. Mas, ao contrário disso, houve a alegria dos fortes torcedores do “Fluzão”. Eles acreditam que o time será capaz de, no próximo ano, lutar para vencer a competição no Brasil.” (site italiano Goal).

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No cenário nacional, o assunto foi tratado com indignação, deboche e ironia por parte dos outros times.  Mas também houve quem apoiasse a decisão. O presidente do Fluminense expôs sua opinião à favor da equipe que defende: “Fico lastimando toda essa discussão, e a antipatia sendo injustamente carreada para o lado do Fluminense. A lei se aplica a todos. Você, não tenha dúvida de que a Portuguesa será punida. O Flamengo também. Não precisa haver dolo. É uma infração culposa”,  bateu o martelo ao jornal Extra. 

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O problema não permeia o “simples fato de um time ser rebaixado porque escalou um jogador irregular”. Isso, aliás, é justo, justíssimo. Afinal, a regra é clara. O problema é estrutural. Está no histórico de ajudas e recompensas àqueles que tem poder, está na corrupção, na mala preta… E isso não abrange apenas o futebol. Reporta aos nossos atos, a nossa forma de pensar, a nossa permissividade, porque, afinal, o futebol é uma das nossas maiores representações culturais.  Será que a Portuguesa, na situação do Fluminense, conseguiria obter, mesmo que por hora, resultado semelhante? Provavelmente não.

A imagem que passamos para o mundo e para nós mesmos é que somos infelizmente um país no qual usam-se diferentes formas de avaliar e punir o mesmo problema, cuja lei não vale para todos. Um país da malandragem onde os torcedores vibram por seu time conseguir “dar um jeitinho” fora de campo mesmo com um futebol digno de série B. É um péssimo marketing especialmente no ano que sediaremos a Copa do Mundo. Permitindo uma possível associação, em relação ao Brasil e a uma imagem negativa de que os assuntos são resolvidos por “de baixo dos panos”. Gera-se um clima de desconfiança e incerteza.

Mas o jogo ainda não acabou. Devemos deixar os brasões que tanto veneramos em segundo plano e estender, com tudo o que significa nesse momento, a bandeira do futebol. Lutar pela paz nas arquibancadas, por condições melhores de trabalho aos jogadores e correr atrás da justiça aonde quer que ela esteja. Essa é a única forma de sermos todos campeões.

Fontes:

Terra

Templo do Esporte

Lance Net

Yahoo Esporte Interativo

Gabriela Vasconcelos

Consultora de Projetos

Por detrás da casca do Tatu-Bola

Após a divulgação do logo oficial da Copa do Mundo 2014 no Brasil e do nome da bola, temos agora a nossa nova mascote: um Tatu-Bola.

A mascote foi apresentada oficialmente para o mundo pela FIFA e pelo Comitê Organizador Local (COL), no domingo, dia 16 de setembro.  Foi feita por eles também a escolha do desenho do animal.

Nas palavras do membro do Conselho de Administração do COL e maior artilheiro da história das Copas do Mundo, Ronaldo: “A mascote vai desempenhar um importante papel de embaixador nos próximos dois anos. Tenho certeza de que vai emocionar muitos jovens torcedores no Brasil e no mundo todo com a grande paixão que tem pelo esporte e pelo seu país”.

Depois de analisar 47 propostas de seis agências de publicidade brasileiras e de fazer muitas pesquisas, o desenho do Tatu-Bola, criado pela 100% Design, foi indicado como o favorito do principal público-alvo: as crianças de 5 a 12 anos.

A agência 100% Design contou com 15 pessoas para criar o personagem e levou 18 meses para concluí-lo. Para escolhê-lo, a empresa pesquisou quase toda a fauna do Brasil e acredita ter achado no tatu-bola um modo de juntar as características de nosso país, a magia do Brasil, com a paixão pelo futebol, por ser ele um animal em extinção, vulnerável e que vira uma bola. A mascote oficial também tem a sua própria canção: Tatu Bom de Bola, cantada pelo sambista Arlindo Cruz.

Um dos principais objetivos da Copa que é comunicar sobre a importância do meio ambiente e da ecologia é atingido através da imagem trabalhada pela mascote, já que ele é um animal em extinção, possui apoio do Ministério do Esporte e faz parte do processo de conservação do tatu-bola, elaborado pela Associação Caatinga em parceria com a ONG The Nature Conservancy e um grupo de especialistas em tamanduás, preguiças e tatus da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

O nome da mascote será escolhido por votação e ficará disponível até dezembro no site da FIFA. São três opções:

  • Amijubi, que é a união das palavras “amizade” e “júbilo”;
  • Fuleco, mistura das palavras “futebol” e “ecologia”; e
  • Zuzeco, formado pelos elementos “azul” e “ecologia”.

Contudo, ao que indica, não é todo mundo que aprovou o Tatu-Bola como nova mascote. O bichinho vem sofrendo uma onda de ataques por diversas cidades onde passou e ficou exposto.

Até agora, houve três ataques às mascotes expostas em cidades-sede. O primeiro foi dia 5 de outubro, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre. Três dias depois, a repetição do ato se deu na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e dia 13, foi a vez do Vale do Anhangabaú de São Paulo ser o alvo.

A polícia ainda não tem suspeitos, mas há quem diga que os ataques são manifestações contra as concessões cedidas pelo governo à entidades e empresas envolvidas na organização da Copa de 2014. O ataque de São Paulo, entretanto, foi realizado por um grupo de manifestantes que protestava de forma pacífica contra a especulação imobiliária na cidade.

Será que a mascote da Copa do Mundo de 2014 agradou a todos? O que basta saber por enquanto é que a mascote é uma das mais importantes imagens do Mundial e proporciona ao COL, à FIFA e aos outros envolvidos, uma marca forte para a fixação das campanhas que promovem o evento e o contato com o público. Ela é a nova recente de uma longa linha de personagens que fizeram história na competição e tem chamado atenção de todos os ângulos.

E para refrescar sua memória, aqui estão as mascotes das competições anteriores.

Pela ordem: Willie (Inglaterra 66), Juanito (México 70), Tip e Tap (Alemanha 74), Gauchito (Argentina 78), Naranjito (Espanha 82) e Pique (México 86); Ciao (Itália 90), Striker (EUA 94), Footix (França 98), Ato, Kaz e Nik (Coreia do Sul e Japão 2002), Goleo (Alemanha 2006) e Zakumi (África do Sul 2010).

Beatriz Costa

Diretoria de Recursos Humanos

Relações Públicas no desenvolvimento da economia da reputação

Certa empresa de cartões de crédito mostra a seguinte indagação numa de suas propagandas: “o que para você não tem preço?”. Esta dúvida individual proposta pelo comercial, sobre o que imprescindível para o ser humano (em relação a valores morais, a opções pessoais, entre outros quesitos), pode ser transportada para o âmbito empresarial: o que é imprescindível para uma empresa? Quais são os valores primordiais para que uma organização possa ter o sucesso desejado?

Antigamente, muitas empresas não se importavam tanto com os valores intangíveis (ou seja, os que estão fora do alcance de valores simplesmente monetários) de suas marcas, produtos e serviços, mas voltavam quase que todas as suas forças de marketing e comunicação visando o lucro ao final do mês. A repercussão sobre certo produto ou marca existia sim, numa velocidade considerada baixa para os padrões do início do século XXI: tanto que reclamações, elogios, críticas e sugestões para os produtos demoravam muito para chegar às organizações e, em alguns casos, os problemas já estavam resolvidos antes mesmo de a empresa responder ao cliente.

Porém, os tempos mudaram. Hoje, um simples vídeo com o intuito de reclamar acerca de algum produto pode repercutir quase que instantaneamente nas mídias sociais. Obivamente, o oposto também pode acontecer: um despretencioso clipe musical, gravado de maneira amador por uma banda independente, pode gerar milhões de acessos numa semana e mudar a rotina de seus autores, pelo menos por um certo período de tempo.

A economia da reputação mostra exatamente esta relação entre o valor monetário de um produto ou marca e o valor de troca de reputação, através de comunidades de reclamação nas mídias sociais, indicações de amigos, postagens em blogs (especializados ou não)

E como o profissional de Relações Públicas pode contribuir para o fomento desta economia de reputação? Uma das principais atribuições desta profissão é cuidar da imagem de uma empresa, de um produto específico, uma instituição ou até mesmo de uma pessoa física. Consequentemente, com uma imagem mais sólida e bem quista perante os públicos, a construção de uma reputação mais consistente e positiva é facilitada.

Portanto, estratégias de comunicação bem planejadas, pesquisas de opinião quantitativas e qualitativas para perceber os interesses dos públicos-alvo e uma boa dose de observação sistemática do mundo midiático são requisitos básicos para que um relações-públicas possa desenvolver melhor esta economia da reputação e poder mostrar à sua empresa que os produtos físicos podem ter um preço estabelecido pela fábrica, mas é inestimável o valor de se ter uma boa reputação diante dos públicos.

Maíra Masiero

Aluna do 3º termo de Relações Públicas da Unesp/Bauru

Twitcam – a nova ferramenta do Twitter

Lançado há pouco mais de um ano, em julho de 2009, o twitcam se tornou o serviço mais popular para compartilhar vídeos pelo Twitter. Por fazer transmissões ao vivo e permitir comentários em tempo real, a nova ferramenta caiu no gosto dos brasileiros.
O twitcam recebeu no mês passado 4,5 milhões de visitantes, sendo o Brasil responsável por 81% de seus acessos. O site é bem fácil de usar: basta se conectar com seu login no Twitter, ligar a webcam e começar a transmissão, que fica acessível em um link postado no seu perfil. Quando terminar, há a opção de gravar o vídeo, que fica disponível pelo mesmo link.
Devido à grande popularidade que essa nova ferramenta atingiu no país, ela tem sido largamente utilizada por celebridades, políticos, jogadores de futebol etc. Entretanto, diferentemente de outras mídias sociais, essa permite uma interação extremamente dinâmica entre seus usuários. Por isso não poderia deixar de gerar polêmica e situações constrangedoras devido ao “mau” uso por algumas desses usuários mais famosos.
 No início do mês, seis jogadores do Santos bateram boca com torcedores no Twitcam. O episódio fez com que o clube criasse regras para disciplinar o uso da internet por seus jogadores.
 No outro caso, mais grave, um garoto de 16 anos e uma menina de 14 se masturbaram ao vivo diante de mais de 26 mil espectadores no fim de julho. A Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos de Porto Alegre está investigando usuários que baixaram o vídeo.
 “Mores?”, pergunta no Twitter o fenômeno teen Fiuk. O neologismo, uma contração de “amores”, é a forma como ele se refere às fãs e é também o sinal para anunciar que acaba de começar uma de suas sessões no Twitcam.
 No último domingo, a cantora e atriz mexicana Thalia conversava com fãs no Twitcam enquanto seu marido, Tony Motolla, passava atrás dela de regata e bermuda.
 Em maio, a cantora Perlla dançou funk com uma amiga no Twitcam.
 O ex-governador do Paraná Roberto Requião (PMDB) é um ávido usuário do Twitcam. Em 26 de junho, acabou mandando um abraço para um certo “Tomás Turbando” a pedido de um pândego seguidor.

Camila Ribeiro
Diretoria de Comunicação