Storytelling : Um novo conceito, uma nova geração.

O que é Storytellig? Este conceito pode ser entendido, resumidamente, como a arte de contar histórias. É um meio de dialogar com o público usando a história da empresa ou de um produto. Essa história deve conter elementos que realcem a curiosidade e instigue o público-alvo da campanha, sendo essenciais para o seu sucesso.

Além de ser uma poderosa ferramenta para utilizar o conhecimento, as histórias ativam áreas do cérebro fazendo com que o ouvinte nunca seja passivo, ou seja, ele cria uma relação emocional com o que lê, vê ou escuta, além de tornar tudo mais interessante quando história e propaganda unem-se. Na área de relações públicas e comunicação esse conceito é uma importante forma de compartilhar conhecimento, já que muitas empresas tem dificuldade de fazer os funcionários e públicos entenderem toda sua história, cultura da empresa, valores, princípios e usá-los em seu dia a dia. Se sua empresa tem história pra contar não pense duas vezes em transformá-la em uma Storytelling.

Guardamos informações e as utilizamos mais facilmente quando essas estão inseridas dentro de algum tipo de história.

Muitos dizem que a história do Popeye, o herói marinheiro criado em 1929, foi feita por uma indústria de espinafre. Verdade ou não, o consumo desse alimento aumentou em 30% nos anos após sua criação.

Mais um importante exemplo do uso do Storytelling é um comercial da Coca- Cola que com certeza você já deve ter assistido sem assocossiar ao Storytelling.

A Johnnie Walker, marca de Whisky escocês, não ficou de fora e criou um vídeo institucional contando toda a trajetória da marca, como foi criada, os obstáculos que enfrentou e como chegou ao grande reconhecimento do mercado. É importante destacar a identificação do vídeo com a identidade da marca, como, por exemplo, o personagem narrando a história o tempo todo andando (referindo-se ao slogan “Keep Walking” e passando por ícones que simbolizam momentos importantes para a marca. Confira o vídeo:

De uma forma simples, fácil e divertida seus funcionários podem conhecer mais a sua marca e contar a história dela para outras pessoas. Histórias, quando bem contadas, envolvem as pessoas dentro de um novo universo. Reúna seus funcionários, conte sua história ou faça com que eles mesmos contem, o importante é que consigam traduzir os valores, cultura e princípios da marca de uma maneira marcante e inteligente, para que isso gere bons frutos internos e externos na sua organização!

Isabella Baldin
Consultora de Comunicação

Quando o contrário dá certo: ações de marketing inusitadas

Estamos acostumados a ver no nosso dia a dia as mais diversas e criativas ações de marketing que as agências desenvolvem para influenciar o consumidor e passar uma mensagem positiva de seus produtos ou serviços.

Estas ações geralmente envolvem a interação do público com ferramentas que promovem diferentes sentimentos – emoção, riso, lembranças, choque – geralmente realizadas em espaços coletivos e ao ar livre, as quais dão autonomia para serem manuseadas livremente.

Porém, em alguns casos, uma empresa surge com uma campanha de marketing que vai de encontro à mensagem do seu produto e mesmo assim consegue ter sucesso. Exemplo disso é o “GPS para se perder” criado pela Jeep.

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Mas, calma, o intuito de um GPS não é encontrar o caminho certo? Para a Jeep não. Inspirado no espírito aventureiro da marca e do seu consumidor, o conceito da campanha é fazer com que a pessoa viva a “experiência Jeep”, ou seja, explorar o novo e levar seu veículo a espaços abertos, considerados seu verdadeiro habitat. A partir de uma aplicação instalada no gadget, o GPS leva o motorista a uma das 28 rotas pré-programadas sem lhe dizer para onde está indo, prometendo levá-lo a destinos fantásticos além da estrada. Confira abaixo o comercial da ação:

 

Outro case que merece atenção por fugir dos padrões é o da Fiat, que para promover o Abarth 500 criou a primeira conta no Twitter que é impossível de ser seguida. Ao contrário do que as empresas sempre fazem para promover suas fanpages e conseguir mais seguidores para espalhar o produto ao maior número de públicos possível, a Fiat apostou no conceito de que seu novo veículo é “impossível de ser seguido, até na Internet”.

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Quando o internauta tenta dar follow no perfil do Abarth 500, ele recebe instantaneamente uma DM dizendo que nem no Twitter é possível acompanhar a velocidade do carro.

Mas como nem tudo são flores, é necessário ter cuidado ao posicionar uma marca para que a publicidade não vá de encontro à filosofia da empresa. A Riot Raki, uma marca turca de licor de uva que tem como mensagem tradicional a ideia de reflexão, lançou uma campanha na qual a garrafa da bebida poderia ser convertida em coquetel molotov (um tipo de bomba incendiária comumente usada em protestos).

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A proposta era criar um sentimento de reflexão sobre a situação tensa de protestos vivida na Turquia na época, porém a campanha não foi bem vista e tomou um aspecto negativo.

De maneira geral, se estas ações forem bem planejadas e estruturadas com a ajuda um profissional de relações públicas, as chances de aceitação do público e de sucesso são muito grandes. Inovar nem sempre é criar algo novo, mas sim usar algo conhecido de uma maneira nova.

E você, RP, já pensou em como o seu trabalho pode se beneficiar quando você pensa ao contrário?

Andréa Martins

Consultora de Projetos

Fonte:

Comunicadores

Einstein já temia

Não é chato dividir a atenção de uma pessoa com o smartphone dela? De certa forma, talvez isso tenha se tornado normal e passa despercebido aos nossos olhos. O hábito de checar o celular a cada minuto está cada vez mais frequente na roda de amigos, no cinema e até no jantar romântico. E sim, esse comportamento merece o foco de nossas atenções, não a tela do celular.

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Esse tema já foi abordado algumas vezes aqui em nosso blog, mas tem se tornado tão preocupante recentemente que é necessário refletir. A tecnologia tem seu papel fundamental em facilitar nossa vida e assim evoluirmos. A lista de benefícios é infinita, porém chegamos num estágio que ela afeta diretamente as relações entre as pessoas, ou seja, põe em cheque nossa maior característica como ser social.

De tempos em tempos esse assunto volta à tona nas próprias redes sociais. No fim de agosto um curta-metragem se tornou um viral de sucesso na internet. Nele, a suposta protagonista esquece o celular em casa durante um dia inteiro, o resultado você pode imaginar, mas assista e veja que não é nem um pouco distante de nossa realidade:

Mesmo exagerado, o curta retrata de forma realista o que se vê em qualquer lugar, basta sair às ruas para flagrar os celulares em mãos, seja qual for a atividade que está sendo deixada em segundo plano. Se você ainda vê isso como uma tempestade em copo d’água, esse “problema social” vem sendo objeto de estudo de várias pesquisas pelo mundo.

O Instituto Jumio, de Palo Alto (Califórnia, Estados Unidos), publicou em julho uma pesquisa sobre a relação dos americanos com seus smartphones. Os resultados foram no mínimo intrigantes, já que 12% disseram que usa seu dispositivo durante o banho e 72% não consegue ficar mais de um metro e meio longe do celular. Outra estatística preocupante é o uso do celular ao volante: 55% assume que tem esse hábito perigosíssimo.

Segundo o responsável pela pesquisa, Marc Barach, esses dados são explicados pelo fato de termos uma relação muito mais pessoal com os smartphones do que com qualquer outra invenção tecnológica ─ disse em entrevista ao Fantástico em 18 de agosto.

No Brasil, com certeza não é diferente. Os brasileiros usuários dos celulares inteligentes já somam 30 milhões, com o crescimento de 86% em relação ao ano passado, realmente assustador. O uso impulsivo é ainda mais chocante:

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Felizmente, pensando na falta de interação ao vivo de seus clientes alguns estabelecimentos criaram manobras para trazer de volta o bom e velho papo na mesa do café ou do boteco. Confira a campanha da Fischer&Friends para o bar Salve Jorge, o “Copo Offline”:

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Aviso em um estabelecimento:
“Não, nós não temos wi-fi… Conversem!”

Todos nós estamos sujeitos a essa “epidemia”, já que por ser uma tecnologia de fácil acesso, se espalhou rapidamente e a ideia de representar uma novidade talvez seja a razão do uso descontrolado e viciante, o que só torna a instrução e a cautela mais necessárias ainda. Se antes os computadores te prendiam em casa, hoje os smartphones te tiram dela para te isolar do mundo, ironicamente.

É impossível parar de usar seu celular. Sim, precisamos dele. O mais sensato a se fazer é propor uma reflexão a nós mesmos sobre o quanto precisamos, como bons comunicadores devemos estar sempre conectados, ao mesmo tempo em que, pela essência, devemos primar pela comunicação em sua forma mais natural: as relações humanas. Então, usar do bom senso e do discernimento a fim de estar online para o que for realmente importante e se desconectar para aproveitar os momentos é essencial, e melhor do que ninguém saber utilizar um smartphone como um objeto da comunicação, e nada além disso.

O grande físico Albert Einstein já tinha medo do que poderia acontecer, não vamos deixar que a nossa ou as próximas gerações provem que ele estava certo.

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Henrique Della Barba

Gerente de Comunicação

Fontes:

Brainstorm 9 (I Forgot My Phone)

Brainstorm 9 (“Copo Offline”)

OMEdI

Jumio

Uai.com – Saúde Plena

Fantástico

Preparados para mais um Rock in Rio?

Após um grande período de repressão na história de nosso país, quando ainda havia uma busca pela sua democratização, nasceu o primeiro grande festival de música do Brasil, o Rock in Rio, que hoje é considerado o maior evento musical do mundo.

O projeto foi realizado pelo empresário Roberto Medina no ano de 1985 na cidade que deu o nome ao evento, o Rio de Janeiro, no bairro de Jacarepaguá, zona oeste da cidade. Para a realização do festival foi construída a monumental Cidade do Rock, com uma área de aproximadamente 250 mil metros quadrados construídos, incluindo dois grandes restaurantes fast foods, dois shoppings com mais de 50 lojas, dois centros de atendimento médico e com uma gigante infraestrutura capaz de acomodar aproximadamente um milhão e meio de pessoas. Após a realização do festival, o espaço seria doado para a realização de outros eventos.

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A ideia do festival não ficou apenas aqui no Brasil e se espalhou pelo mundo todo; a primeira edição fora do país foi em 2004 em Lisboa, Portugal, e em 2008 em Madri, na Espanha, ambas as cidades já receberam o festival mais de uma vez. Ao longo dos 29 anos de história do festival, o mesmo foi realizado mais de 12 vezes em três países e tem sua primeira edição na Argentina prevista para 2014, bem como mais uma em Portugal. Atualmente, mais que um evento, o Rock in Rio virou uma marca.

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Rock in Lisboa em 2004

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Rock in Madrid em 2008.

Este ano haverá mais um edição do Rock in Rio, na sua cidade de origem, que será realizada entre os dias 13 e 22 de setembro; como plano de marketing, a Coca-Cola Zero lançou aplicativos no qual você consegue baixar as músicas do festival a partir dos estilos musicais das embalagens. A campanha começou no mês de setembro com as latinhas de 350 mL e as garrafinhas 600 mL que darão acesso a um aplicativo inédito com uma playlist exclusiva do festival desse ano ou dos festivais anteriores; são sete estilos musicais diferentes: Metal, MPB, Rock, Clássicos, Eletrônica, Hip Hop, havendo a possibilidade de, se quiser criar a sua  própria seleção personalizada, disponíveis para Android , iOS e tablets baixando o aplicativo  Coca-Cola Zero Música ou inserindo o código promocional das latinhas no site  www.cocacolazero.com.br.

Latas da Coca-Cola inspirada no Rock in Rio: conceito no qual se baseiam as novas embalagens é o de “internet das coisas” (Internet of Things)

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A campanha, que tem como título “Quanto mais Rock in Rio melhor”, foi baseada no conceito “internet das coisas” (Internet of Things) que tem por objetivo conectar objetos do dia a dia com a tecnologia, tornando o festival presente a todos os jovens, até mesmo aqueles que não estarão presentes nos shows, mas que conseguiriam viver essa experiência também.

“Pense em um mundo integrado, onde cada objeto, até mesmo uma latinha de refrigerante, se conecta, interage com o usuário e fornece inúmeras informações. Para Coca-Cola Zero, uma marca comprometida com a inovação, isso é uma realidade”, afirma a diretora de Excelência Criativa da Coca- Cola Brasil.

Chequem a propaganda que foi feita pela Ogilvy & Mather Rio, que também foi responsável pelas últimas propagandas da marca. Aproveitem a atual campanha para entrar no ritmo do Rock in Rio! E aí, estão preparados para curtir o maior festival DO MUNDO?

 

 Isabela Cavalheiro

Consultora de Finanças

Fontes:

Exame

Comunicadores

Rock In Rio

O marketing esportivo e o atleta como marca

É óbvio a quem acompanha, as evoluções no esporte são coisas rotineiras, tanto na maneira em que ele é jogado, quanto nas regras e na influência do extra campo. Estas mudanças afetam diversas áreas, como a tecnologia e a comunicação.

O maior exemplo de desenvolvimento de esporte como ferramenta de comunicação e da mesma como ferramenta de difusão do esporte, é o futebol. Sendo ele o esporte mais popular no Brasil, o interesse das marcas pelo investimento sobre ele em relação a divulgação de seus produtos e de sua imagem é claramente muito grande. No entanto, vem sendo convencionado como uma atitude pioneira nessa relação entre comunicação e esporte, o tratamento dos atletas como marca em relação às mídias.

O surgimento de agências focadas em gerir a marca de profissionais do esporte é a prova de que essa é uma tendência cada vez mais inerente ao marketing no Brasil. Os investimentos na área partem desde especialista com experiências em ramos diferentes da comunicação, até de esportistas aposentados como imagens e marcas já consolidadas em seu nome como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno, que é o dono da empresa de comunicação mais renomada dentro da gestão de imagem de atletas, a 9ine. Tendo inclusive entre seus clientes o exemplo mais presente na mídia de esportista/marca, o atleta do Barcelona e da Seleção Brasileira Neymar Jr. O atleta é reconhecido internacionalmente como um caso de sucesso no marketing esportivo, por ter tido voluntariamente sido gerido como uma marca em toda sua trajetória desde um desportista de categorias de base até sua estreia como jogador do time espanhol, considerado um dos maiores times de futebol do mundo.

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A importância de Neymar como uma marca é tão eminente na mídia brasileira, que já levantaram a questão de que os compromissos comerciais do jogador poderiam estar afetando o seu desempenho em campo. Isso, principalmente, pelo grande número de empresas com as quais ele já tinha se compromissado, como mostrado na imagem acima retirada da página do atleta no Facebook, que é quase um recorde na história do esporte no país.

A questão que fica é se essa influência do marketing na carreira dos esportistas faz bem ou não ao futebol. Fica sempre aquele questionamento se toda essa visibilidade não afeta o desempenho do mesmo como um profissional e a sua vida pessoal. Muitos grandes atletas viveram suas carreiras se vendendo muito pouco e se mantendo o mais discreto possíveis, como o craque Lionel Messi, do Barcelona. No entanto, com a evolução do futebol será que essa que era uma realidade muito presente vai se tornar uma grande exceção? Quem ditará as nuances da comunicação no esporte seremos nós, agora só nos resta pensar e planejar como tudo isso seguirá.

Tales Marques

Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento

O Brasil subiu o morro

Funk: a cultura que não é aceita, mas é cada vez mais consumida pelos brasileiros

O Rio de Janeiro virou moda e porta de entrada para o Brasil. A Copa do Mundo FIFA acontecerá na cidade maravilhosa, as Olímpiadas chegam logo depois e o Rio se torna cada vez mais o queridinho dos turistas. Agências de viagens do Brasil inteiro destacam o Pão de Açúcar, a vista do Cristo Redentor e Copacabana, mas evitam mostrar a realidade das favelas cariocas. No entanto, as favelas estão recebendo status pelas suas belezas naturais e seu estilo de vida próprio, mas a cultura produzida nos morros, ainda não muito aceita pelos brasileiros, está sendo cada vez mais consumida e o funk brasileiro agora também é moda.

O cantor Naldo estourou, em 2012, com a música “Amor de Chocolate”, canção que até hoje é uma das mais tocadas. O ritmo que antes era taxado como “coisa de pobre”, “coisa de favelado”, agora é ouvido nas maiores (e mais caras) baladas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre entre outras grandes cidades.

Além de Naldo, outros cantores fizeram o funk se espalhar e, de repente, a Mercedes Benz resolveu inovar mostrando que a cultura dominante não é a de quem está nas classes mais altas, já que a popular se impõe sobre esta de formas surpreendentes e que uma Mercedes Classe A “pode ficar sob controle até no Passinho do Volante”, funk do Mc Federado e os Leleques.

Para bater ainda mais nessa tecla, poucas semanas atrás vimos Ticiane Pinheiro, esposa de Roberto Justus – um dos maiores empresários do país – mostrando, ao vivo em um programa de TV, suas habilidades ao dançar o sucesso do Bonde das Maravilhas: Quadradinho de 8.

Está claro que a cultura gerada nas periferias está entrando pela porta da frente na casa de todos nós e ainda: está claro que, a cada dia mais, a comunicação de baixo custo e muita criatividade ganha de longe a atenção dos brasileiros. Brasileiros que agora não veem mais uma cultura elitizada no seu cotidiano.

E agora, será que o Brasil entra deslizando nessa tendência da comunicação?

Isabela Pinheiro

Diretoria de Comunicação

Abrindo a felicidade

Não tem como não lembrar da Coca-Cola ao escutar a frase “Abra a felicidade”. E não é à toa: a criatividade dessa organização vai longe! São inúmeras as intervenções feitas que realmente unem as pessoas ou proporcionam esta felicidade.

Um exemplo recente foi uma ajudinha que a Coca-Cola deu para as  mulheres encontrarem namorados. No parque mais romântico de Xangai, na China, foi colocada uma máquina de garrafas com tampinhas bem mais apertadas do que o normal. O resultado foi que as mulheres, com dificuldades para abrir as garrafas, pediam ajuda aos homens que passavam por perto.

Há anos, pesquisas apontam a Dinamarca como “o país mais feliz do mundo”. E acredite, a felicidade não é a única semelhança com a marca… foi encontrado no logotipo da Coca-cola uma bandeira deste país!

Aproveitando a descoberta, a Coca-Cola criou a campanha “Happy Flag” (bandeira da felicidade), para receber turistas em um aeroporto dinamarquês,. Foram distribuídas cerca de 2400 bandeiras, com a mensagem “Bem-vindo ao país mais feliz do mundo!”

Já com a ação “Vamos juntos colorir o Brasil”, a Coca-Cola anunciou que mudaria a tradicional cor vermelha de suas latinhas pela primeira vez em toda a sua história. A campanha foi criada para homenagear nosso país na época da Copa das Confederações, momento de mostrar a paixão pela nossa nação.

As latinhas já começaram a ser distribuídas para comercialização, então, quem ainda não encontrou uma dessas por aí, já pode aguardar pela novidade.

A Coca-Cola já foi cupido, já recepcionou turistas e já vestiu nossa camisa: qual será a próxima ação genial que nos fará abrir a felicidade?

Laís Queiroz

Diretoria de Projetos

Fontes:

Comunique9

Blog Ideias

G1