Júnior Gigante

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Afinal o que é ser Júnior? O movimento das empresas juniores iniciou na Europa, quando estudantes da Escola de Economia e Negócios da França fundaram a primeira empresa júnior do mundo, no ano de 1967.  O principal objetivo era aliar a teoria aprendida em sala de aula com a prática, ainda no período de formação universitária.

O movimento no território francês foi muito bem sucedido, se espalhando pelos cursos de administração, agronomia, comunicação, engenharia e posteriormente, por toda a Europa. Atualmente existem mais de 290 Empresas Juniores representadas pela Confederação Europeia de Empresas Juniores (JADE).

No Brasil, em 1988, uma parceria com a Câmara de Comércio Francês fez com que o conceito chegasse às universidades daqui, sendo a Fundação Getúlio Vargas a pioneira na criação e posteriormente, a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Possuímos, atualmente, mais de 2300 instituições brasileiras, entre públicas e privadas, que oferecem aos seus graduandos a possibilidade de atuar neste tipo de projeto. A Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior) tem como objetivo dar suporte aos pequenos empreendedores, fomentando seus projetos e auxiliando em suas necessidades em mais de 14 Estados brasileiros.

Uma empresa como esta atua sem fins lucrativos, é formada por alunos do nível superior e tem como visão, além de proporcionar ao graduando contato com a prática, estreitar o relacionamento dos alunos com o mercado de trabalho, desenvolvendo espírito empreendedor, de liderança e trabalho em equipe. Os projetos pelos empresários realizados contam com apoio de docentes e tem como diferencial, além do preço abaixo do mercado, uma técnica de elaboração atualizada, que resulta em projetos modernos e atrativos.

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Atual gestão da Empresa Júnior de Relações Públicas, 2013

Ao saírem das empresas juniores, os graduandos apresentam grande potencial para novos empregos, pois além da lista de networking que o trabalho proporciona por colocá-los em contato com outros empresários, as EJ’s são formadas exclusivamente por universitários, o que faz com que se tenha a oportunidade de desenvolver o espírito crítico e de criação, favorecendo a pesquisa,  o que difere daqueles que muitas vezes se deparam, geralmente em seus primeiros empregos, com um trabalho que prioriza a técnica e às vezes, apenas a execução. Sendo assim, é um grande diferencial nas entrevistas de contratação para aqueles que apresentam essa habilidade de desenvolver raciocínio e criação.

Muitas vezes, o ingresso em uma empresa júnior conta com um árduo e competitivo processo seletivo, além de intensa carga de trabalho. Ser um empresário júnior com certeza é um diferencial, mas é preciso lembrar de que a base teórica vista na grade curricular é de extrema importância para a execução do trabalho, fora o grande esforço que se deve fazer dentro da empresa. Pró-atividade e busca pelo aprendizado é o que faz com que um empresário júnior tenha, de fato, uma bagagem diferenciada para enfrentar as dificuldades encontradas na profissão e conseguir desenvolver seu potencial profissional em futuros empregos.

Julia Yamaguchi Ferreira 

Vice-Presidente

Fontes:

Brasil Júnior

Jade

Info Júnior Unesp

Fejesp

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O Mundo das Empresas Juniores no Brasil!



O histórico do MEJ tem início na década de 60 na França e ao longo dos anos tem se desenvolvido e consolidado como umas das principais formas de aprendizado e contato com a prática profissional em todas as áreas.

No Brasil a primeira Empresa Júnior (EJ) fundada foi em São Paulo e com o passar dos anos a ideia foi se espalhando por diversas regiões, culminando na criação de diversas empresas juniores que, posteriormente, desenvolveram seus próprios órgãos representativos – as Federações.

O movimento se desenvolve cada dia mais e atualmente, depois de dezenove anos no país, o MEJ – Movimento das Empresas Juniores – cresceu, profissionalizou-se e amadureceu. Hoje, são mais de 22.000 universitários espalhados em cerca de 700 empresas juniores e realizando mais de 2.000 projetos por ano.

O MEJ no Brasil tomou a seguinte forma:




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Para entender melhor este movimento vamos partir de dentro para fora do círculo.

A Empresa Júnior é o menor órgão deste sistema. É uma organização sem fins lucrativos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados.

Acima dela estão os núcleos, que tem o objetivo de unir e representar as Empresas Juniores perante a universidade e a sociedade, além de fortalecer o MEJ. Uma empresa júnior não está necessariamente associada a um núcleo, pois este órgão apenas é formado quando uma universidade possui uma grande quantidade de cursos e, consequentemente, muitas EJs. Um exemplo clássico é o NEJUnesp – Núcleo das Empresas Juniores da Unesp (http://www.nejunesp.com.br/).

Mais além, estão estruturadas as federações, estas foram criadas com propósito de representar as Empresas Juniores perante a sociedade e o governo, fomentar a troca de conhecimento e desenvolver Empresas Juniores e seus associados, universitários, em seus respectivos estados. As empresas juniores não precisam ser associadas a um núcleo primeiramente para serem associadas à federação de seu estado, essa conexão pode ser realizada diretamente (empresa júnior – federação). A FEJESP é a federação que hoje representa as empresas juniores do estado de São Paulo (www.fejesp.org.br), junto a ela existem no Brasil mais 12 federações – representando 11 estados e o Distrito Federal.

Essas 13 federações juntas formam a Brasil Júnior (www.brasiljunior.org.br), que tem como finalidade representar as empresas juniores em nível nacional e desenvolver o Movimento Empresa Júnior como agente de educação empresarial e gerador de novos negócios. É o órgão máximo regulador do MEJ no Brasil, atuando para garantir uma cultura de qualidade e de padrão estrutural mínimo às empresas juniores. A atuação ocorre pela definição conjunta de planos e diretrizes do Movimento, como o Conceito Nacional de Empresa Júnior. As ações são desenvolvidas por sua diretoria e, em cada estado, por sua federação local.

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Camila Ribeiro

Diretoria de Comunicação