Relações Públicas na gestão de mídias sociais

Não é novidade que as mídias sociais têm sido o principal meio de interação entre as pessoas, pelo qual é possível criar, compartilhar e comentar conteúdos de forma prática e muito rápida. Foi a partir destas mídias que a comunicação sofreu mudanças significativas, alterando a forma de relacionamento entre organizações, comunidades e indivíduos. Neste cenário de plataformas altamente interativas, as empresas viram a oportunidade de se aproximar de seu público, divulgando conteúdos com custos de produção e distribuição muito mais baixos, que poderiam atingir de forma rápida e efetiva um grande número de pessoas. Assim, surge a necessidade de um gestor desta comunicação, que seja responsável pela manutenção do relacionamento nas mídias sociais. É aqui que entra o relações-públicas!

E você? Já ouviu falar de Social Media? Esta prática, quando bem aplicada, permite às organizações maior proximidade aos seus consumidores. Ela consiste em produzir conteúdos, compartilhar informações e responder aos comentários e dúvidas dos internautas, proporcionando à audiência boas experiências, uma estratégia que se mostra muito efetiva para estreitar relacionamentos. O profissional que gerir essas plataformas precisa ser ágil e criativo, para que a comunicação acompanhe a rapidez que as mídias sociais demandam.  Hoje em dia, o Social Media está em alta e é utilizado por grandes empresas como Itaú, Santander, Pepsi, Oi e Netflix. Vejamos alguns casos famosos do Social Media:

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Nestes casos, os gestores de mídias souberam lidar de forma divertida, ágil e muito criativa perante as situações. Além de ganhar credibilidade com os clientes, estas empresas ganharam espaço em diversos blogs e sites de notícias, sendo assunto nas redes sociais como Facebook e Twitter. Existem muitos outros casos, como quando a Netflix respondeu seu cliente na linguagem de Startrek ou os comentários inusitados da Rede Record sobre sua nova série Breaking Bad (para os curiosos, o link está disponível abaixo).

Engana-se quem pensa que a Gestão de Mídias é um trabalho simples! Pelo contrário, ela exige muito cuidado e planejamento. É preciso conhecer o cenário em que a organização se insere, para saber atingir os públicos certos e utilizar as plataformas mais eficazes, além da elaboração de campanhas contínuas capazes de cativar o público e a elaboração de um cronograma das publicações para que nada fuja do planejado. É fundamental saber a linguagem a ser utilizada em cada mídia e nortear a criação de arte para a produção de conteúdo específico. A interação com os consumidores também exige bastante atenção, a fim de incentivar a participação dos mesmos e estar preparado para possíveis crises, caso algum fato negativo sobre a organização seja publicado e tenha efeito viral nas redes. Por último e não menos importante, vem o monitoramento e mensuração de resultados, em que o profissional é responsável por coletar todas as menções à marca nas diversas plataformas sociais, interpretando resultados e mensurando o alcance das publicações, para a produção de um relatório.

A Gestão de Mídias Sociais é mais uma das diversas funções que um relações-públicas pode exercer, pois, acima de tudo, o Social Media se trata de planejamento e relacionamento, e isso é o que fazemos de melhor!

Links:

Batalha de rimas Santander x Itau

Tweet da record Breaking Bad

Netflix Atendimento estilo Star Trek

Oi ao estilo Lady Gaga

Coca-cola X Pepsi

Denise Valente 

Diretora de Relações Comerciais

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Redes sociais: ajudando na queda da bastilha

Muito tem se falado e noticiado sobre aumento dos R$0,20 nas tarifas do metrô, a gota d’ água que culminou nos protestos que estão acontecendo na cidade de São Paulo e que estão se espalhando pelo país. Dentre tantas reivindicações presentes na revolta, existe uma que fala mais alto: um transporte público de qualidade.  Uma enxurrada (que desta vez não fere pessoas com a força d’água, mas sim com as balas de borracha e gás de efeito moral) de protestos está acontecendo com uma frequência que há muito  tempo não se via no Brasil.

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Retrocedendo um pouco pela história do País, essa manifestação está despertando nos brasileiros a mesma vontade de protestar contra a falta de democracia, supressão dos direitos constitucionais, censura e principalmente perseguição (agora realizada pela Polícia do governo militar do estado de São Paulo) que  viveram nossos pais e avós, em 1964, durante a Ditadura Militar.

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Mas essa manifestação vem com uma cara nova, que nenhuma outra no Brasil teve, pois além do fácil acesso e o bombardeio de informações que é gerado por dia tanto na rede televisiva, quanto no rádio e internet, um novo e poderoso ativo entrou em cena: as redes sociais.

A manifestação ganha mais força a cada texto e vídeo compartilhados,  a cada confirmação de presença em protestos por  cidades de todo o País e mundo afora.  O poder de mobilização e compartilhamento de informações nas redes sociais, como o Facebook é tão grande, que permite aos militantes do Egito, Argentina e vários outros países do mundo se solidarizem com a causa, e tornem a olhar ao Brasil não só através de uma noticia do jornal ou televisão.

Isto mostra para todos que as redes sociais são a ferramenta do século para incitar o engajamento político. Ao usar hashtags como #protestoSP, #passelivre, #tarifazero, #contraoaumento, #ogiganteacordou e  inúmeras outras, o brasileiro presente nas redes sociais difunde e conecta  ainda mais o movimento e as pessoas que apoiam a causa. E até aqueles que são chamados de “manifestantes do sofá”, apesar de serem criticados por reivindicarem seus direitos apenas nas redes sociais e não nas ruas, são peças importantes para o mecanismo da manifestação e organização social. Pois, ao estarem de olho em todo tipo de informação nova que é gerada, ajudam os manifestantes que estão nas ruas, dando desde informações mais simples, como os locais e horários das manifestações, até as mais elaboradas como orientações jurídicas favoráveis. E um acompanhamento ao vivo das ações dos policiais pela TV pode prever quais serão seus próximos movimentos e avisar os colegas manifestantes que estão nas ruas, contribuindo, dessa forma, para a segurança e melhor organização destes.

Se algo de bom pode ser tirado de tudo isso, é o poder de mobilização  que a tecnologia nos proporciona, e a forma de cooperação e organização que ela possibilita. As redes sociais, não estão servindo apenas para postagem de conteúdos alienados, mas estão fazendo e possibilitando algo maior: a exaltação do orgulho nacional e a mudança de um país.

Você já parou para imaginar como o mundo seria hoje se a Queda da Bastilha tivesse sido organizada por um evento no Facebook? E se a Revolução Russa utilizasse hashtags, como #saiforaczar e #vaibolcheviques ?

E você comunicador social, o que pensa disso?

Bárbara Marchesin

Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento

Fontes:

Blog do Sakamoto

Em Discussão

GeoMundo

Marco Gomes

 VirtualMente

YouPix

Uma câmera de celular, um Twitter e, com certeza, uma imagem prejudicada.

No dia 06 de agosto caiu na rede um vídeo que mostra o presidente Lula e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em uma situação embaraçosa com um garoto de, supostamente, 17 anos, que se apresenta como Leandro. No vídeo o rapaz aparece reclamando para Lula que não pode jogar tênis no complexo esportivo que recebia a visita do presidente, no Rio, ao que Lula responde: “tênis é esporte da burguesia”. Leandro também aparece dizendo a Lula que não pode nadar porque a piscina do local fica fechada durante os finais de semana. O presidente, então, recomenda a Cabral e sua equipe que coloquem duas pessoas para trabalhar lá aos finais de semana. “O dia que a imprensa vier aí e vir isso fechado, o prejuízo político é infinitamente maior do que colocar dois guardas aí”, diz Lula. Abraçado ao presidente, o rapaz conta que acorda com o “caveirão” (veículo blindado da Polícia Militar do Rio de Janeiro) na porta de casa. Nesse momento Sérgio Cabral interrompe perguntando “e o tráfico?” E, ao ouvir a resposta negativa do jovem, o governador diz: “deixa de ser otário, está fazendo discurso de otário”. Em um dia, o

vídeo teve mais de 3,2 mil visualizações.
Com a enorme repercussão que o vídeo teve por si só, é claro que não foi deixado de lado pelos adversários políticos de Cabral. O Twitter, como mais novo aliado dos políticos na luta por votos, também entrou na história. O vídeo foi divulgado no micro blog pelo candidato a Senador César Maia (DEM-RJ). Com a repercussão, o termo “Cabral” ganhou espaço nos Trending Topics do Brasil, lista de assuntos mais comentados na rede social.
A frase de Lula, de que o tênis é esporte da burguesia, causou indignação no meio esportivo e também foi comentada no micro blog. No Twitter, o ex-tenista Fernando Meligeni disse se tratar de uma declaração infeliz do presidente, afirmando ainda que Lula “pisou na bola”. Outra ex-tenista, Vanessa Menga, que ajuda crianças carentes a partir do tênis questionou, também no Twitter: “Será que ele quer que eu enterre meu instituto e pare com os projetos sociais?”.
Diante de uma situação como essa, é claro perceber como estamos sujeitos às tecnologias e mídias sociais que hoje nos cercam. Lula e Cabral sequer notaram que estavam sendo gravados por uma câmera de celular, se sentiram plenamente à vontade para falar o que bem lhes viesse à cabeça e acabaram nos Trending Topics do Brasil.
Armação ou não, esse pequeno deslize de falta de atenção por parte desses políticos poderá lhes causar um enorme prejuízo, afinal de contas estamos em ano de eleição e qualquer falha por parte do político é motivo para o eleitor mudar de opinião.

Camila Ribeiro
Diretoria de Comunicação

A invasão dos "vlogs"

Política, televisão, cinema, música, livros e afins. Parece que quase nenhum tipo de assunto passa despercebido pela geração de formadores de opinião via web. Antes ocupada pelos blogs e micro-blogs, a era da internet conta agora com os chamados videologs – ou vlogs e vlogers – criados há alguns anos nos EUA e caracterizados pela discussão de assuntos através de um vídeo, na maioria das vezes protagonizados por jovens com uma visão crítica e divertida da realidade.

A adesão desse tipo de ferramenta é tamanha a ponto dos simples e anônimos debatedores se tornarem “web-celebridades”, atingindo milhões de telespectadores através dos vídeos postados pelo site YouTube. A maioria das produções é amadora, isenta de um roteiro e realizada a partir da criatividade de cada um. A linguagem é coloquial, recheada de palavrões e gírias, e os assuntos são discutidos a partir da opinião pessoal do autor do vídeo. Sem dúvida, trata-se de um canal direto com o principal público da internet: os jovens. Segundo informações do próprio YouTube, a mania dos videologs é um fenômeno predominantemente adolescente, já que 80% do público que assiste os vídeos têm entre 13 e 17 anos.

De fato, o número de visualizações está de acordo com a identificação deste público com os assuntos discutidos e com a maneira como são discutidos. O linguajar desbocado utilizado pelos videologgers está presente desde em discussões sobre política até em monólogos verborrágicos sobre “ídolos teen”, e atraem tanto seguidores quanto inimigos. Processos judiciais e citações negativas em mídias sociais fazem parte da realidade das web-celebridades, que não deixam passar em branco qualquer discussão que esteja em pauta naquele dia, semana ou mês.

Os profissionais de Relações Públicas, representantes de pequenas e grandes empresas e até mesmo de celebridades, devem então estar atentos às informações que correm o meio dos videologs a fim de estar preparados para o montante de críticas – ou elogios – que poderão surgir a partir dos temas discutidos. É importante lembrar que as gerações Y e Z, o maior público-alvo deste tipo de mídia, são constituídas por grandes formadores de opinião e consumidores com elevado nível crítico. Lidar com esse público seleto significa elaborar estratégias de comunicação e imagem que abusam da criatividade e transparência, principalmente em tempos de crise. E neste contexto, é inquestionável que os videologgers já caminham um passo à frente.


Nathalie Bonome

Diretoria de Comunicação

Dunga vai ou não vai?

A Copa da África do Sul pede passagem e já tem data marcada para o seu início: 11 de maio, isso mesmo, 11 de maio a Copa vai começar para o Brasil. É nesta data que. Dunga anunciará os 23 convocados para a tentativa de esquecer o fiasco de 2006, e tudo pode acontecer!
Antes, vamos abordar alguns aspectos comunicacionais que envolvem a seleção brasileira. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) tem considerável preocupação com essa área, atingindo êxito na parte da comunicação integrada e contando com uma forte e pró-ativa assessoria de imprensa. Focaremos aqui no aspecto pessoal, no treinador Dunga, analisando suas atitudes e comportamentos perante seus stakeholders.
É preciso fazer um breve apanhado sobre a repercussão da mídia na última Cop
a, antes de chegarmos a 2010. A seleção, em 2006, estava cercada do clima de “oba-oba”, gíria futebolística que passa uma ideia de favoritismo absoluto, aspecto que comumente atrapalha uma equipe. Na circunstância não havia uma pressão em cima do técnico Carlos Alberto Parreira para a convocação, poucas eram as dúvidas e o esquadrão inicial foi mantido intacto. O resultado todos lembramos, mas vamos ao foco dessa exposição.
O fato é que a mídia não cobrava muito do técnico na época, que era muito passivo em suas práticas, além de haver certo receio de alguns pelo favoritismo pregado pela imprensa. Diferentemente do ocorrido em 2002, quando mesmo cercada de desconfiança, a seleção encantou o mundo e conquistou o penta. Agora a Copa da África. Como Dunga vai agir?
Quando anunciado novo técnico da seleção após 2006, poucos acreditaram em seu trabalho, porém, mesmo criticado e pressionado pela imprensa e torcida, o treinador obteve ótimos resultados, entre eles a conquista da Copa América de 2007 e a bela campanha nas Eliminatórias para a Copa de 2010.
Chega a hora da convocação oficial e nos deparamos com um ambiente fervoroso. O Brasil inteiro roga por Neymar e Paulo Henrique, ambos do Santos, assim como aconteceu com a imploração por Ronaldinho Gaúcho há pouco tempo. No histórico de Dunga essa possibilidade é mais di
fícil, já que a base da atual seleção variou pouco, além do fato do treinador não aceitar muito bem as críticas, o que prejudica, de certa forma, sua imagem perante o público nacional.
Mas o clamor da mídia e da massa brasileira é forte. Qual será a postura do técnico? Será que a CBF realizará algum trabalho evidente em cima dessa questão de conduta e feedback?
Verificamos assim, a real importância do profissional de Relações Públicas, já que inúmeros questionamentos, em relação à polêmica convocação, são esperados. Além disso, uma postura com mais frieza seria fundamental para a mudança da imagem de Dunga, fato que poderia acrescentar positivamente para o ambiente do grupo, um dos principais pontos negativos do elenco de 2006. Trabalhar com imagem é uma das práticas fundamentais que existe no processo comunicacional.
Percebemos que o RP trabalha também, nesta situação, com a fala. Nesse caso, um discurso mais adequado pode resultar, através das práticas de comunicação dirigida, em efeitos positivos. Esperamos que isso aconteça com a seleção canarinho. Que o hexa venha para coroar esse trabalho.

Felippe Ferro
Diretoria de Comunicação

As Relações Públicas estão na moda

Nos últimos dias, os olhares da mídia ficaram divididos entre catástrofes naturais e o mundo fashion.
Em meio as notícias acerca do
devastador terremoto no Haiti e dos estragos causados pela chuva no sul e sudeste do país, as semanas de moda do Rio de Janeiro e de São Paulo mais uma vez agitaram o ambiente “fashionista das grandes metrópoles, exibindo tendências e levantando todo tipo de comentários e críticas.

Talvez mais do que outros setores, o mundo da moda lida diretamente com a imagem. Um universo de ideias e criações é desenvolvido a partir de conceitos muitas vezes inspirados em hábitos ou objetos cotidianos. Assim, a moda trabalha com a imagem do vestir sob diferentes perspectivas, busca o que agrada o público e mescla o estilo de cada grife ou tendência com um toque de criatividade.


Há aproximadamente dez anos, o Brasil entrou para o circuito internacional de corte e costura, sediando a primeira semana de moda brasileira, a São Paulo Fashion Week, seguindo os moldes das semanas de Paris, Milão e Nova York. A partir de então, a ascensão desse segmento deu-se de forma exponencial, possibilitando que a cultura brasileira fosse refletida em roupas, calçados e acessórios mundo afora.



Consequentemente, diversas marcas, grifes e empresas do setor vestuário foram criadas, exigindo profissionais de comunicação que atendessem às necessidades do novo segmento. Nesse contexto, a atuação do relações-públicas tornou-se indispensável, e os profissionais da área passaram a trabalhar diretamente com o mercado da moda, desde a produção de eventos e desfiles até a segmentação e mapeamento dos públicos de determinadas marcas. Além disso, cada vez mais o RP está atento a gestão de relacionamentos, seja entre a marca e o seu público-alvo, os fornecedores e os colaboradores da empresa ou entre a mídia e a opinião pública.


Especialistas afirmam que o crescimento desse setor será contínuo nos próximos anos, inclusive com o desenvolvimento de “pólos de moda” em outras regiões brasileiras. Para quem tem vontade de atuar no mundo fashion, isso significa a abertura de grandes oportunidades, inclusive a de expor a real importância de um relações-públicas em um ambiente tão competitivo e estereotipado.

Nathalie Bonome
Diretoria de Comunicação

Suriname Agora?


Há algumas semanas ficamos chocados com a sucessão de barbaridades e violências que vimos acontecer no Suriname. Os brasileiros foram atacados com facões, as mulheres violentadas, e tiveram seus pertences queimados, em represália ao assassinato de um habitante do país.
Diante desses fatos a mídia deu espaço para se falar sobre o ocorrido e algumas contradições que apareciam nas declarações da embaixada brasileira e dos habitantes do local. Segundo a embaixada não havia mortos e a perseguição tinha diminuído, porém os brasileiros, no Suriname, afirmavam que nas matas a caça aos mesmos continuava e muitos já estavam mortos.
A repercussão do caso foi ampla, no entanto algumas semanas após o caso não ouvimos mais nada sobre o assunto e ficam as dúvidas: E agora o que está acontecendo? Os brasileiros já estão seguros? Quantos realmente foram mortos?
A notícia saiu de pauta muito rápido e não sabemos seu desfecho. Mais uma vez presenciamos a agenda seeting em funcionamento, ou seja, a seleção do que será veiculado nos meios de comunicação social, principalmente na televisão, é realizada de acordo com os interesses de alguns detentores de poder. Este fenômeno é comum e na maioria das vezes não percebemos sua presença. Corriqueiramente nossa atenção é desviada para outros fatos menos graves ou importantes para que desta forma, possa-se amenizar os efeitos das notícias, defendendo assim os interesses de algumas poderosas empresas patrocinadoras de jornais e grupos políticos.
Catarina Rangel
Diretoria de Comunicação