Triângulo N-I está aí para nos lembrar…

Será que os empreendedores e empresários têm consciência do que realmente alicerça o funcionamento e progresso de seus negócios? Em quais ideias devem se apoiar quando pensam no bem estar de suas organizações? E os funcionários, devem ter a mesma preocupação?

Para tentar expor as bases para um bom negócio, vamos nos apoiar no pensamento do “Triângulo N-I”, pensamento este que pode ser encontrado no livro “O Guia de Investimentos”, o famoso guia do tal “Pai Rico”. Não que este livro vá totalmente ao encontro da ideia de muitas pessoas que pretendem crescer no mundo dos negócios, mas uma das ideias por ele pregadas, aquela do “Triângulo N-I”, deve ter uma atenção especial.

Conforme o que está subentendido no nome, esta ideia é baseada em três pontos: missão, equipe e liderança. Comecemos com a missão. Esta tem que ser forte e clara na mente dos donos e funcionários de uma empresa, a intenção de se montar um negócio não deve se focar apenas em ganhar dinheiro, mas sim atender a necessidade das pessoas com ele envolvidas.

No cenário atual, em que é relevante o surgimento de empresas e negócios, produtos e serviços concorrentes disputam pela fidelidade do cliente, aqueles que se concentram em atender sua missão e as necessidades de seu público são os mais aptos a sobreviver e obter sucesso financeiro.

O segundo ponto: a equipe. É como se o mundo dos negócios se comportasse como um esporte coletivo. São várias áreas, diferentes estratégias, inúmeros talentos, habilidades e formações, diferentes formas de pensar e encontrar soluções, diferentes ritmos de trabalho, cultura e costumes, todos estes trabalhando de forma complementar e com um único objetivo: alcançar o sucesso de sua empresa ou organização.

Por último, e não menos importante, vem o espírito de liderança. O líder tem a função e o comprometimento de fazer uma equipe toda de trabalho confiar em suas táticas e estratégias para o sucesso. A mais importante qualidade que um líder tem que transmitir é a confiança. Mais ainda, os verdadeiros líderes aprendem a se comportar assim e devem estar dispostos a aceitar críticas e opiniões do restante da equipe. No livro citado, o líder é um visionário, um chefe de torcida e um capataz. Como visionário, ele deve se manter focado na missão da empresa. No posto de chefe de torcida, deve inspirar a equipe enquanto esta procura cumprir sua missão e como capataz, deve ser capaz de tomar decisões em relação às questões que desviam a empresa de sua missão.

Talvez já não fosse novidade para ninguém que este conjunto é a base para qualquer negócio decolar, se firmar e ser bem sucedido em longo prazo, mas o “Triângulo N-I” está aí para nos lembrar desses três, digamos, ideais não só de um bom empreendedor, mas sim de todos os envolvidos na construção de um negócio.


Raissa Viegas
Diretoria de Comunicação

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O Terceiro Setor e a captação de recursos


Não é de hoje que sabemos o quanto é difícil manter uma organização sem fins lucrativos apenas com a boa vontade e o espírito de solidariedade das pessoas. Essas organizações do Terceiro Setor recorrem então a um leque de atividades que possam captar recursos para a sua sobrevivência.

Podemos pensar na captação de recursos não apenas como algo que vá trazer dinheiro para a organização, mas sim como algo que abra as portas e incentive o reconhecimento por parte das pessoas. Um simples exemplo disso são os eventos realizados por ONG’s que possibilitam apresentar a seriedade de seus trabalhos às pessoas que os prestigiam. Ou então, um programa de mala direta que informa periodicamente sobre os trabalhos e progressos conseguidos pela organização.

É por meio da captação de recursos que se consegue a aproximação dos doadores para com a organização. Aproximação essa que possibilita o surgimento de novos voluntários e colaboradores,passando a dedicar parte de seu tempo às atividades desenvolvidas nesses lugares.

Já quando se pensa em formar parcerias efetivas com empresas, as organizações devem ter um olhar extremamente cauteloso. Algumas perguntas devem ser feitas antes disso: Os produtos que a empresa vende são condizentes com a missão da organização? (por exemplo, uma ONG que defende a preservação dos animais não deve aceitar investimentos de uma empresa que os usem como cobaias). A divulgação que a empresa deseja será condizente com o valor doado? Se a empresa tiver algum questionamento pelo público, até que ponto a organização está disposta a defendê-la?

As organizações mais bem-sucedidas nas atividades de captar recursos são aquelas que dedicam um ano todo de planejamento para isso. Essa dedicação envolve desde a pesquisa e a análise sobre os doadores em potencial à construção de relacionamentos, valorização dos doadores e, por fim, os agradecimentos e as prestações de conta.

Vemos que a captação de recursos não se limita a uma simples ligação aos potenciais doadores ou então a um evento anual que arrecade dinheiro para a organização. Existe toda uma estruturação e um acompanhamento por trás da ação de captar recursos e, para isso, já sabemos a atividade profissional ideal: as Relações Públicas.

Raissa Viegas
Diretoria de Comunicação