A Publicidade de milhões

Com certeza, todo mundo já ouviu o termo “O Brasil é o país do futebol”. O gramado, o gol, a chuteira, todos esses fatores cativam a população brasileira, mas e o futebol americano? Muitos já devem ter ouvido falar desse esporte, porém nem todos devem saber as regras e como funciona esse jogo. O futebol americano é um dos esportes mais populares dos Estados Unidos e tem como principal liga a NFL (National Football League), que conta com a disputa de 32 times dos EUA e também é uma das ligas esportivas mais caras e lucrativas do mundo.

A final da NFL é conhecida como Super Bowl. Mas pra quem pensa que é simplesmente uma final de campeonato onde o foco é somente a disputa entre as equipes, tem um leve engano ao constatar que o evento é uma data especial nos EUA, um dia inteiro onde os americanos param para ver a final da NFL e tudo que ela oferece para os espectadores como shows de celebridades – Beyoncé e Rolling Stones já se apresentaram -, atrações de todos os tipos e gostos, entre outras coisas aparecem durante a realização do evento. A famosa final é o segundo dia do ano onde há maior consumo de alimentos nos EUA, perdendo apenas para o famoso dia de Ação de Graças.

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Assistir o Super Bowl comendo um balde com muitas asinhas de frango é algo muito comum para os americanos, uma tradição que vem se perpetuando. Outro ponto muito importante do gigantesco evento é a publicidade: o Super Bowl e a publicidade tem uma relação muito íntima nas últimas décadas já que ter um comercial da marca passando no dia da decisão não sai nada barato, 30 segundos de espaço no horário nobre da decisão equivale a aproximadamente US$ 4,5 milhões, inquestionavelmente, um dos horários mais caros da publicidade mundial.

Mas o que essa publicidade tem de tão diferente? O primeiro ponto é claro: a audiência gigantesca, segundo dados da própria NFL, 111,3 milhões de pessoas  assistiram o evento em 2013, a maior audiência da história da TV americana. O segundo ponto é o show de criatividade e propagandas feitas exclusivamente para o dia tão esperado! A lista de propagandas é variada e de todos os tipos, sempre buscando persuadir os telespectadores.

A publicidade e os comerciais são tão marcantes que o próprio evento disponibiliza um site com vídeos que marcaram história no evento, acompanhe os comerciais e se divirta com a criatividade dos publicitários e seus inúmeros recursos no link: http://www.superbowl-commercials.org/

Citando algumas propagandas históricas que passaram no Super Bowl, podemos começar com a propaganda da promissora Apple em 1984, lançando seu mais novo produto: “Macintosh Computer”, baseado no livro de George Orwell. A propaganda foi a mais cara da história até a data e recebeu inúmeros prêmios, tendo um retorno financeiro muito grande, sendo considerada pela própria organização, como a mais bem sucedida propaganda da história do Super Bowl. Assista:

A criatividade sempre foi um ponto forte nas propagandas do Super Bowl, o fora do convencional sempre tomou conta do dia tão especial para os americanos. A parceria entre Michael Jordan e o personagem Perna Longa não ficou restrita ao cinema, em um divertido comercial lançado em 1992 em que os dois fazem a propaganda de um tênis da Nike que leva o nome do astro do basquete americano.

Em 2014, não poderia ser diferente. A famosa marca de chocolates M&M’s anunciou o teaser de seu mais novo comercial com lançamento para o dia 02 de fevereiro de 2014, deixando todos com muita curiosidade. Confira o teaser e o quanto à criatividade e a expectativa das pessoas aumentam com os recursos da publicidade.

O Super Bowl atualmente, é uma grande comemoração para os EUA, se tornando um dia muito especial para os americanos, as pessoas podem não gostar da disputa do jogo ou até mesmo não entenderem nada de futebol americano, mas o marketing é um artificio muito forte para o evento americano que faz com que se torne atrativo para vários públicos, o show da estrela internacional ou a criatividade sem limites da publicidade sempre se tornam assunto, deixando a grande final da NFL como um dos assuntos mais comentados do mundo.

Felipe Picoli

Consultor de Pesquisa e Desenvolvimento

Anúncios

Mudando o mundo ou se adaptando a ele?

Mais do que publicidade, uma forma de conscientização. Esse é o novo conceito em campanhas publicitárias, que além de divulgarem uma marca ou promoverem um produto, tem como principal objetivo incitar a responsabilidade social, assunto recorrente nos últimos tempos. O novo tipo de campanha geralmente consiste em mostrar um problema da nossa sociedade, seguido por uma solução inovadora e – BUM! – milhares de compartilhamentos nas redes sociais.

O caso de sucesso mais recente que se pode citar é o vídeo “Desperdício de alimentos – prato 20% off”. Idealizada pela “Eco Benefícios”, a ação contra o desperdício de comida, realizada no Dia Mundial da Alimentação, se tornou o mais novo viral da Internet. O intuito da campanha era promover uma reflexão nos consumidores. Como? Veja no vídeo abaixo:

A face curiosa daqueles que utilizariam os pratos se esclarecia logo ao ler a frase que os estampava: “por que 20% dos alimentos são desperdiçados todos os dias?”. E o mesmo sentimento de conscientização que se deu em cada participante da ação naquele dia se espalha junto com o vídeo pelas redes sociais.

Aliado à marca “Eco Benefícios”, que visa ampliar de forma consciente o poder de consumo do usuário, o conceito de responsabilidade social inserido na campanha é a chave de uma incrível ação publicitária. Em tempos onde se discute a necessidade de mudanças no âmbito social, muitas organizações vêm usando esse conceito para passar uma imagem de empresa consciente, que se preocupa com a sociedade na qual está inserida. Mas, como saber o limite da linha tênue entre a real responsabilidade e a autopromoção?

Denise Valente

Trainee de Relações Comerciais

Fontes:
Eco Benefícios
Yahoo! Notícias
Clic Rbs

Invasivo demais?

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Está mais do que claro que as novas tecnologias, cada vez mais surpreendentes, auxiliam e facilitam a vida das pessoas.  Mas, antes disso, estão sendo a peça-chave das empresas de publicidade que buscam vender todos esses itens aos cidadãos. E dessa forma, se beneficiam infinitamente de recursos para que suas propagandas, cada dia mais criativas, consigam atingir de maneira eficiente seu público-alvo. Porém, até que ponto é ético utilizar-se dessas tecnologias para incitar a venda de seus produtos?

Duas campanhas, uma já concretizada e outra apenas como projeto, colocam essa pergunta em pauta quando, de “forma sutil”, estimulam o desejo do consumidor através do olfato e entram na mente das pessoas por meio de vibrações no cérebro, respectivamente.

A empresa Dunkin Donuts, conhecida por seus donuts, com ação criada pela Cheil Worldwild, queria mostrar ao público que também entendia de cafés. Para isso, liberava cheiro de café em metrôs e ônibus, na capital da Coréia do Sul, logo após sua propaganda ser anunciada nas rádios. Além disso, vários pontos da empresa foram colocados estrategicamente, na saída desses transportes públicos, levando os passageiros a consumirem o produto. A proposta fez com que mais de 350.000 de pessoas fossem impactadas e as vendas de café aumentassem em 29%.

A outra ação, criada para anunciar aplicativos Sky para o celular, também utiliza o transporte público, porém vai um pouco mais além. Utilizando uma tecnologia que, tempos atrás, era usada apenas para deficientes auditivos e militares, neurotransmissores são acoplados nas janelas dos metrôs e transmitem vibrações para o cérebro, interpretadas como sons, apenas para quem encosta a cabeça na janela.

A nova tecnologia, nomeada de “Bone Conduction”, é uma iniciativa da empresa de propaganda alemã BBDO, uma das maiores do mundo. A ideia foi apresentada no Festival Internacional de Criatividade, em Cannes, e, embora ainda não tenha sido lançada, já gera polêmica. Comentários postados no próprio site da Sky, afirmam que isso se constituiria numa violação dos direitos das pessoas de descansar. A organização, em contrapartida, diz ter recebido reações muito animadoras das pessoas que testaram essa “nova maneira de publicidade”.

É realmente incrível perceber como anda a criatividade das grandes organizações quando se trata de propagar sua marca e atrair consumidores. E além disso, como o mundo moderno proporciona alternativas cada vez mais inovadoras e interessantes para que isso aconteça. Porém, fica a pergunta: até que ponto é ético utilizar-se das novas tecnologias para conseguir divulgar e vender produtos? De que maneira isso pode violar os direitos básicos do cidadão?

Paola Ramos

Gerente de Projetos

Fontes:

BBC Brasil

Exame

Things of interest

LaChapelle: o encontro da fotografia artística com a publicidade

A fotografia publicitária é um importante meio de divulgação de produtos e serviços. Um dos expoentes desta arte é o fotógrafo canadense David LaChapelle, que cria suas obras sem deixar de lado o enfoque mercadológico. Descoberto pelo artista plástico Andy Warhol, LaChapelle começou sua carreira na revista norte-americana, Interview Magazine, e logo ganhou visibilidade fotografando celebridades hollywoodianas. Além disso, teve participação em editoriais nas renomadas revistas, Vogue, Vanity Fair e Rolling Stone, consolidando sua reputação como fotógrafo publicitário.

A composição das obras de LaChapelle é formada por cores fortes, contrastes acentuados e personagens excêntricos, sendo frequentemente comparadas às do artista plástico espanhol, Salvador Dalí. Desta forma, o fotógrafo retrata circunstâncias inusitadas que prendem a atenção e chocam o espectador, despertando a sua curiosidade e interesse. “Seu testemunho de um mundo paralelo e surreal é transmitido em imagens que misturam glamour e comédia, beleza e bizarro” (Centro de Fotografia ESPM, 2013).

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Campanha publicitária desenvolvida para a Havaianas, 2012.

O diferencial de LaChapelle para com os demais fotógrafos publicitários contemporâneos está na criação da cenografia. O fotógrafo, juntamente à sua equipe, monta os cenários manualmente, criando uma sensação mais teatral à foto. A dramaturgia também está presente na expressão e movimento dos modelos, que parecem encarnar personagens.

O estúdio de LaChapelle, então, tem a proposta de levar o consumidor a um imaginário surreal, proporcionado uma função essencialmente artística à fotografia publicitária. Os recursos estéticos utilizados conferem uma identidade visual única ao produto, que enaltecem o valor da marca, tornando-a mais atrativa para o público alvo.

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Campanha publicitária desenvolvida para a Schweppes, 2011.

Em colaboração à campanha publicitária da cervejaria mexicana Dos Equis Lager, o fotógrafo criou uma percepção nova e inusitada do produto. De acordo com a fabricante FEMSA, a série de fotos reafirmou a marca como uma definição de estilo, inovação e sofisticação.

A ambientação cenográfica da referida peça publicitária se dá em meio a um oásis repleto de verde, que remete a um paraíso tropical. O casal de personagens dispostos no centro da imagem tem corpos saudáveis fazendo referência à aristocracia pré-americana; estão em pose sensual e parecem estar desfrutando momentos de torpor. Ao fundo, mas ainda assim chamando a atenção, estão expostas duas letras X, fazendo menção ao logotipo da marca Dos Equis.

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Neste sentido, percebe-se que as artes podem ser usadas como ferramentas de publicidade, de modo a chamar a atenção do consumidor e proporcioná-lo uma visão diferente acerca do produto em questão. A riqueza de cores, a magnitude do cenário e o olhar fotográfico diferenciado estimulam as sensações do público, transformando uma “simples publicidade” em uma grandiosa obra de arte.

Caio Barra de Souza Campos

Trainee de Comunicação

Ação publicitária: faz parte do show

A cada ano que passa, o Brasil está se tornando cenário cada vez mais frequente de grandes festivais de música, como: Rock in Rio, SWU, Lollapalooza, Planeta Terra e Planeta Atlântida. O público desses eventos, por sua vez, tem se tornado maior e mais fidelizado, seja pelas atrações convidadas, pela folia ou pela grandiosidade das ativações dos patrocinadores, que também vem ganhando espaço e importância nesses eventos.

Uma pesquisa realizada, em 2011, pela agência de marketing esportivo e entretenimento do Grupo Havas, “Havas Sports & Entertainment” (HS&E), buscou traçar o perfil dos frequentadores dos festivais de seis países europeus e seus comportamentos em relação aos patrocinadores. De acordo com o estudo, 65% dos entrevistados acreditam que as ativações melhoram suas experiências durante o evento, sendo que 60% destes interagiram com pelo menos duas das marcas e 85% ficaram satisfeitos com as ativações que viram. Durante a realização do projeto, Noemie Claret, gerente de novos negócios e planejamento estratégico para eventos internacionais da HS&E, explicou que o estudo dava uma base sobre o que aconteceria com o Brasil nos anos seguintes.

Exatamente como previu o estudo da HS&B, em março de 2013, o país parou para ver o mega evento que se tornou o festival Lollapalooza e com ele, o sucesso das ferramentas de marketing de seus colaboradores.

A Heineken teve destaque e foi alvo de muitos elogios por sua campanha publicitária. A patrocinadora oficial do Lolla montou uma roda gigante com capacidade para 64 pessoas, e para os corajosos que se aventuraram, foi oferecido um chopp, por barmen holandeses, no padrão oficial da marca.

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Além da roda, a tenda sustentável, “Rock and Recycle”, também teve seu destaque. Com o objetivo de diminuir o lixo jogado pelo chão do Jockey Clube, o público ao juntar e entregar 10 copos de chopp poderia girar a roleta e concorrer a vários prêmios como camisetas, amplificadores ecológicos e bottons.

ImagemO lounge exclusivo da Heineken contou com a participação de DJs convidados e distribuição de brindes, dentre eles estava uma pulseira que piscou durante um comercial da marca exibido nos telões e, em alguns momentos, passou a piscar no braço do público de acordo com a vibração das músicas dos shows.

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Os apoiadores e parceiros do Lollapalooza também não ficaram para trás. Netshoes, Chilli Beans, Correiros, Redecard e Adidas promoveram ações publicitárias que surpreenderam e facilitaram a vida de quem foi prestigiar o evento.

Com toda a repercussão, é fácil perceber a tamanha divulgação que os festivais de música proporcionam às marcas, porém a recíproca também é verdadeira já que, cada vez mais, a participação das marcas com suas ativações será fator determinante para o sucesso e adesão a eventos desse porte.

E agora, é esperar para ver o que o Rock in Rio trará de surpresas.

Letícia Baskerville

Diretoria de Relações Comerciais

Fonte:

adNEWS

Exame

Publicidade natalina

Em clima natalino não haveria melhor tema para ser citado como este de natal, principalmente em termos de marketing, publicidade e comunicação. Praticamente todas as empresas utilizam desta data de harmonia e muitas compras para fazer campanhas publicitárias criativas ou simplesmente os clichês de natal: a neve, o bom velhinho vestido com suas roupas de inverno, a família reunida comendo o peru e a linda árvore decorada sempre foram marcantes nas propagandas, mas será que são os itens que surtem mais efeito nas campanhas? No Brasil quase não há neve, não faz frio nessa época e, sinceramente, as decorações nas casas e cidades estão cada vez mais raras.

Com uma visão mais realista do que é o Natal para os brasileiros, o Shopping Center Norte (São Paulo) criou uma propaganda com uma sátira das brincadeiras de amigo secreto, que são tão comuns nesse período do ano. Saindo do senso comum das propagandas dos sentimentos gerados pela época e da imagem do Papai Noel, ela consegue atingir os clientes, pois todos se identificam com a situação do vídeo:

Ousando um pouco mais e fugindo totalmente do senso comum, a agência Acart utilizou do filme “Atividade Paranormal” para fazer uma propaganda mais assustadora no Natal em 2011, quebrando a ideia da magia e dos presentes debaixo da árvore. O “Paranoël Activity” cria um clima de suspense satirizando o filme, que foi sucesso há alguns anos. Com o intuito de atrair clientes usou a frase “Contratar agência errada pode ser um pesadelo. Felizmente, você está em boas mãos com Acart”. Criativo, porém um pouco apelativo.

A época natalina com certeza é ótima para a publicidade, aproveitando as compras de fim de ano para amigos e parentes. A criatividade é cada vez mais necessária nessa área para se tornar um destaque. O importante é não exagerar e ser apelativo. Tornar a propaganda mais real para o local em questão, como adaptar o clima de verão para as vestimentas do Papai Noel, é uma boa, porém há de se adimitir que dificilmente alguma propaganda irá superar o urso polar das propagandas da Coca-Cola.

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Stella Sanches

Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento

Por detrás da casca do Tatu-Bola

Após a divulgação do logo oficial da Copa do Mundo 2014 no Brasil e do nome da bola, temos agora a nossa nova mascote: um Tatu-Bola.

A mascote foi apresentada oficialmente para o mundo pela FIFA e pelo Comitê Organizador Local (COL), no domingo, dia 16 de setembro.  Foi feita por eles também a escolha do desenho do animal.

Nas palavras do membro do Conselho de Administração do COL e maior artilheiro da história das Copas do Mundo, Ronaldo: “A mascote vai desempenhar um importante papel de embaixador nos próximos dois anos. Tenho certeza de que vai emocionar muitos jovens torcedores no Brasil e no mundo todo com a grande paixão que tem pelo esporte e pelo seu país”.

Depois de analisar 47 propostas de seis agências de publicidade brasileiras e de fazer muitas pesquisas, o desenho do Tatu-Bola, criado pela 100% Design, foi indicado como o favorito do principal público-alvo: as crianças de 5 a 12 anos.

A agência 100% Design contou com 15 pessoas para criar o personagem e levou 18 meses para concluí-lo. Para escolhê-lo, a empresa pesquisou quase toda a fauna do Brasil e acredita ter achado no tatu-bola um modo de juntar as características de nosso país, a magia do Brasil, com a paixão pelo futebol, por ser ele um animal em extinção, vulnerável e que vira uma bola. A mascote oficial também tem a sua própria canção: Tatu Bom de Bola, cantada pelo sambista Arlindo Cruz.

Um dos principais objetivos da Copa que é comunicar sobre a importância do meio ambiente e da ecologia é atingido através da imagem trabalhada pela mascote, já que ele é um animal em extinção, possui apoio do Ministério do Esporte e faz parte do processo de conservação do tatu-bola, elaborado pela Associação Caatinga em parceria com a ONG The Nature Conservancy e um grupo de especialistas em tamanduás, preguiças e tatus da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

O nome da mascote será escolhido por votação e ficará disponível até dezembro no site da FIFA. São três opções:

  • Amijubi, que é a união das palavras “amizade” e “júbilo”;
  • Fuleco, mistura das palavras “futebol” e “ecologia”; e
  • Zuzeco, formado pelos elementos “azul” e “ecologia”.

Contudo, ao que indica, não é todo mundo que aprovou o Tatu-Bola como nova mascote. O bichinho vem sofrendo uma onda de ataques por diversas cidades onde passou e ficou exposto.

Até agora, houve três ataques às mascotes expostas em cidades-sede. O primeiro foi dia 5 de outubro, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre. Três dias depois, a repetição do ato se deu na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e dia 13, foi a vez do Vale do Anhangabaú de São Paulo ser o alvo.

A polícia ainda não tem suspeitos, mas há quem diga que os ataques são manifestações contra as concessões cedidas pelo governo à entidades e empresas envolvidas na organização da Copa de 2014. O ataque de São Paulo, entretanto, foi realizado por um grupo de manifestantes que protestava de forma pacífica contra a especulação imobiliária na cidade.

Será que a mascote da Copa do Mundo de 2014 agradou a todos? O que basta saber por enquanto é que a mascote é uma das mais importantes imagens do Mundial e proporciona ao COL, à FIFA e aos outros envolvidos, uma marca forte para a fixação das campanhas que promovem o evento e o contato com o público. Ela é a nova recente de uma longa linha de personagens que fizeram história na competição e tem chamado atenção de todos os ângulos.

E para refrescar sua memória, aqui estão as mascotes das competições anteriores.

Pela ordem: Willie (Inglaterra 66), Juanito (México 70), Tip e Tap (Alemanha 74), Gauchito (Argentina 78), Naranjito (Espanha 82) e Pique (México 86); Ciao (Itália 90), Striker (EUA 94), Footix (França 98), Ato, Kaz e Nik (Coreia do Sul e Japão 2002), Goleo (Alemanha 2006) e Zakumi (África do Sul 2010).

Beatriz Costa

Diretoria de Recursos Humanos