Internet: (des) conectando o amor

As redes sociais foram criadas para aproximar as pessoas, para que mesmo que um continente as separe elas consigam se comunicar, e estar próximas de uma maneira ou de outra. Mas e quando esses meios são usados para afastar as pessoas?

Uma nova moda que está tomando conta da internet, são pessoas usando as redes sociais para terminar relacionamentos, se vingar do namorado (a), e expor para o mundo o quanto a vida de solteiro está sendo boa.

Um jovem americano, usou o Instagram para dar um ponto final em seu relacionamento. Na rede, ele postou uma montagem da mesma foto, na qual, em uma ele aparece com a namorada, já na seguinte, corta a garota da foto e escreve a legenda “#TransformationTuesday” para mostrar que a mudança que fez em sua vida. Pouco tempo depois a garota questiona na mídia: “É assim que você termina comigo?”. O caso teve grande repercussão internacional.

Imagem

Agora imagine a situação, você terminou com seu namorado, mas vocês tem inúmeras fotos juntos com seus amigos, e você gosta dessas fotos, e não quer desapegar delas, ao mesmo tempo, tem o seu ex-namorado nelas. O que fazer?  A pagina http://erameuex.tumblr.com/, resolve seus problemas, em apenas alguns passos:

  1. Pegue sua foto favorita, que tenha seu ex e seus amigos;
  2. Substitua o ex-namorado por algo que você goste;
  3. Tenha uma foto nova e muito mais divertida.

Não entendeu? Olha só esses exemplos:

Imagem

Nessa foto com os amigos, era o namorado, e agora… “é uma lhama com o sorriso torto”.

ImagemEra o ex-namorado, agora é…. “um cocozinho sorridente.”

Ficou desiludido do amor e dos relacionamentos? Calma, a internet também tem servido para aproximar casais apaixonados, mesmo que há milhares de quilômetros de distância. Uma prova disso, é o Skype, que tem sido utilizado para matar a saudades dos casais apaixonados e que pela distância, não podem ser ver. Centenas de casais afirmam, que só conseguiram manter o relacionamento com a mesma chama acesa, pela ajuda da mídia.

A internet também serve, para dar aquele empurrãozinho na criatividade para pedir alguém em casamento. Os “memes”, que são virais na internet, nos rendem boas risadas. Mas agora imagine seu namorado usando isso para te pedir em casamento. O fato aconteceu em 2011, na Malásia, onde o jovem Timothy Tiah utilizou os “memes” para fazer um lindo pedido de casamento criativo e inusitado.

Então profissional de relações-públicas, fique ligado nesses casos, quem sabe não seja sua próxima gestão de crise, um fim de relacionamento na rede? Ou a organização de um casamento, que começou na internet?

Andréa Martins

Gerente de Projetos

Vamos voar contra o câncer?

Todos sabem que na cidade de Barretos acontece a maior festa de rodeio do país. Porém, nem todo mundo tem conhecimento de que nessa mesma cidade se encontra o Hospital de Câncer de Barretos, o maior hospital da América Latina especializado na área. Ele possui os profissionais mais competentes, uma infraestrutura exemplar e os mais avançados equipamentos para o combate da doença, sendo referência mundial. Tudo isso provido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Pessoas do país inteiro viajam quilômetros em busca de tratamento no Hospital de Câncer de Barretos, muitas chegando a passarem dias e dias na estrada. O que acontece é que, além de terem que combater uma doença extremamente difícil, essas pessoas precisam fazer isso acompanhado do cansaço de uma viagem longa. Esse problema seria muito amenizado se o aeroporto de Barretos fizesse voos comerciais.

Sim, Barretos possui um aeroporto!  Prontinho para ser utilizado! Só faltam as companhias aéreas começarem a fazerem voos para/de Barretos. E é por isso que surgiu uma grande mobilização nas redes sociais: em blogs, Twitter e Facebook; feita por famosos e até pelas próprias pessoas que mais precisam usufruir desses voos, como você pode conferir abaixo:

voar contra o cancer 1

voar contra o cancer 2

voar contra o cancêr 3

No aplicativo “Voo contra o câncer” criado no Facebook, existem vídeos explicativos sobre essa mobilização. E a campanha ultrapassou os limites da criatividade: a pessoa pode simular a reserva de uma poltrona no avião:

voar contra o cancêr 4

E automaticamente a página do aplicativo aparecerá no perfil da pessoa que fez a reserva no voo fictício:

voar contra o cancêr 5

Além disso, a pessoa pode também escolher e “cutucar” alguma companhia aérea, através de uma mensagem:

voar contra o cancêr 6

A maior intenção de toda essa batalha é tentar atingir e despertar o interesse de alguma companhia aérea em inserir voos comerciais no aeroporto de Barretos. E quanto mais pessoas entrarem nessa luta, mais chances existem de se conquistar tal objetivo. E tudo isso pode ser feito através de uma ferramenta muito simples e presente no dia a dia de todos: a internet.

Como comunicadores, podemos ver através dessa campanha que as redes sociais podem sim serem utilizadas em nome de uma causa maior: o bem estar e conforto dos viajantes que vão a Barretos em busca de tratamento, uma questão de acessibilidade! E é uma batalha que está sendo atingida por cada vez mais gente, de todas as idades, classes sociais, etnias, regiões ou culturas. Isso mostra o quanto as mídias podem ser influentes e grandiosas na vida de todos de uma forma positiva e bonita.

E aí, vamos começar a nos mexer por essa causa também?!

Graziela Loures
Gerente de Gestão de Pessoas

Fontes:

Beleza Sem Tamanho

Twitter

Voo contra o Câncer

Redes sociais: ajudando na queda da bastilha

Muito tem se falado e noticiado sobre aumento dos R$0,20 nas tarifas do metrô, a gota d’ água que culminou nos protestos que estão acontecendo na cidade de São Paulo e que estão se espalhando pelo país. Dentre tantas reivindicações presentes na revolta, existe uma que fala mais alto: um transporte público de qualidade.  Uma enxurrada (que desta vez não fere pessoas com a força d’água, mas sim com as balas de borracha e gás de efeito moral) de protestos está acontecendo com uma frequência que há muito  tempo não se via no Brasil.

Imagem

Retrocedendo um pouco pela história do País, essa manifestação está despertando nos brasileiros a mesma vontade de protestar contra a falta de democracia, supressão dos direitos constitucionais, censura e principalmente perseguição (agora realizada pela Polícia do governo militar do estado de São Paulo) que  viveram nossos pais e avós, em 1964, durante a Ditadura Militar.

Imagem

Mas essa manifestação vem com uma cara nova, que nenhuma outra no Brasil teve, pois além do fácil acesso e o bombardeio de informações que é gerado por dia tanto na rede televisiva, quanto no rádio e internet, um novo e poderoso ativo entrou em cena: as redes sociais.

A manifestação ganha mais força a cada texto e vídeo compartilhados,  a cada confirmação de presença em protestos por  cidades de todo o País e mundo afora.  O poder de mobilização e compartilhamento de informações nas redes sociais, como o Facebook é tão grande, que permite aos militantes do Egito, Argentina e vários outros países do mundo se solidarizem com a causa, e tornem a olhar ao Brasil não só através de uma noticia do jornal ou televisão.

Isto mostra para todos que as redes sociais são a ferramenta do século para incitar o engajamento político. Ao usar hashtags como #protestoSP, #passelivre, #tarifazero, #contraoaumento, #ogiganteacordou e  inúmeras outras, o brasileiro presente nas redes sociais difunde e conecta  ainda mais o movimento e as pessoas que apoiam a causa. E até aqueles que são chamados de “manifestantes do sofá”, apesar de serem criticados por reivindicarem seus direitos apenas nas redes sociais e não nas ruas, são peças importantes para o mecanismo da manifestação e organização social. Pois, ao estarem de olho em todo tipo de informação nova que é gerada, ajudam os manifestantes que estão nas ruas, dando desde informações mais simples, como os locais e horários das manifestações, até as mais elaboradas como orientações jurídicas favoráveis. E um acompanhamento ao vivo das ações dos policiais pela TV pode prever quais serão seus próximos movimentos e avisar os colegas manifestantes que estão nas ruas, contribuindo, dessa forma, para a segurança e melhor organização destes.

Se algo de bom pode ser tirado de tudo isso, é o poder de mobilização  que a tecnologia nos proporciona, e a forma de cooperação e organização que ela possibilita. As redes sociais, não estão servindo apenas para postagem de conteúdos alienados, mas estão fazendo e possibilitando algo maior: a exaltação do orgulho nacional e a mudança de um país.

Você já parou para imaginar como o mundo seria hoje se a Queda da Bastilha tivesse sido organizada por um evento no Facebook? E se a Revolução Russa utilizasse hashtags, como #saiforaczar e #vaibolcheviques ?

E você comunicador social, o que pensa disso?

Bárbara Marchesin

Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento

Fontes:

Blog do Sakamoto

Em Discussão

GeoMundo

Marco Gomes

 VirtualMente

YouPix

Você sabe o que é a Uvaia?

A Uvaia é uma rede social em que suas empresas parceiras “pagam” para o membro consumir seus produtos e serviços e ainda ajuda em projetos socioambientais. Criada há pouco tempo, já conta com mais de 10.000 membros.

Para se tornar membro é necessário receber um convite e se cadastrar, e a partir disso todas as compras feitas rendem uma porcentagem que pode ser creditada diretamente em conta bancária. As empresas definem a porcentagem a ser paga à Uvaia a cada compra realizada por seus membros. Entre as empresas parceiras já se encontram lojas de roupas, eletrônicos, companhias aéreas, redes hoteleiras, sites de compras coletivas, entre outras.

Um hipotético comprador de um determinado produto recebe 50% desse valor, a pessoa que o convidou recebe metade do valor recebido pelo comprador e assim por diante, até que se feche o ciclo. Assim, ao convidar amigos para participar, você pode ir montando sua árvore, e todas as compras por eles feitas também te rendem créditos e, com isso, mesmo que não faça nenhuma compra é possível conseguir crédito apenas com sua árvore de amigos.

A Uvaia acredita pregar o “consumo sustentável”, porque uma porcentagem de todas as compras efetuadas é revertida para projetos socioambientais que ela apóia. Por enquanto, o único projeto apoiado é o Ação Comunitária, mas o site dá espaço para submissão de novos projetos.

Quer saber um pouco mais sobre essa rede social que está conquistando cada dia mais participantes?  Então acesse o site: www.uvaia.com.br!

Cybelle Gomes

Diretoria de Finanças

Fonte:

Uvaia

Circles vem aí?

Um dos assuntos mais comentados e que geraram tamanha curiosidade para os viciados em Internet e, principalmente, em redes sociais foi o novo projeto que a Google está desenvolvendo. Este, surgiria para completar o cenário tão bem visto e aproveitado pelo Twitter, Facebook, Linkedin, FourSquare e Orkut. A nova rede social teria o nome de Circles.

Os boatos surgiram quando o site ReadWriteWeb afirmou que a novidade seria lançada na South by Southwest (SXSW), uma conferência de música, filmes e interatividade realizada em Austin, no Texas, de 11 a 20 de março. O lançamento da Circles estava previsto para domingo (13 de março) e este não aconteceu, mas também a Google não fez questão de desmentir nada a respeito.

Ainda assim, os rumores continuam fortes e circulam intensamente pelo mundo virtual de notícias. Nesta segunda-feira, o site The Next Web publicou um texto no qual diz que a rede social será lançada em maio. Na sexta-feira, o mesmo site já havia sinalizado que uma novidade era esperada para maio, no evento de desenvolvedores do Google, o Google I/O, marcado para os dias 10 e 11 de maio.

Rumores maiores ainda são os de que a tal Circles seria o já anunciado em 2010 Google Me, aquele que poderia substituir o Orkut. Segundo o site Meio Bit , nesta nova rede social, os usuários poderão enviar fotos, vídeos e mensagens, mas todo esse conteúdo é, a princípio, privado. Cabe a cada um escolher o que e quem pode ver, num sistema de círculos de amizade — mais ou menos como toda rede social moderna faz. A novidade é essa mesma: poderiam ser criados círculos de amizade, como na vida real.

O que nos resta é esperar até maio e, enquanto isso, especular a respeito dessa nova rede social. Mas será que esta pode ser considerada tão cheia de novidades assim? Seria ela capaz de conseguir “desbancar” o queridinho atual Facebook, ou até mesmo o Twitter? Ou ela só viria como uma versão diferenciada do Orkut e acabaria caindo no esquecimento logo mais? Bom, maio está chegando…

Raissa Viegas

Diretoria de Comunicação

A vez do Quora

Quem nunca ouviu falar do Yahoo! Respostas? Na grande maioria das vezes quando procuramos sobre qualquer temática nos sites de pesquisas, há um link para tal portal, em que aparecem várias respostas sobre o que foi proposto. Essa interatividade e troca de conteúdo são proveitosas, afinal, é nesse endereço eletrônico que as pessoas podem tirar dúvidas sobre o que é de seu interesse, geralmente assuntos do cotidiano ou curiosidades, apesar de muitas respostas não fazerem muito sentido ou mesmo serem verdadeiras. Agora, você já imaginou algo parecido com o Yahoo! Respostas, que possui conteúdo diferenciado, de qualidade, atualizado por um público específico que possui real conhecimento sobre o assunto proposto? Esse pode ser um resumo do Quora, um novo conceito entre as redes sociais.

Após o boom do Twitter e mais recentemente do Facebook, o Quora pode ser a bola da vez. O inovador serviço de perguntas e respostas, criado por dois ex-funcionários do Facebook e lançado em junho de 2009, possui vários atrativos. O público que faz uso da rede é muito específico e restrito, o que garante alta qualidade ao conteúdo gerado, aspecto que diferencia o Quora e que garante grande destaque à rede. Questionamentos sobre qualquer temática, tecnologia por exemplo, serão respondidas por quem de fato atua na área e que acessa tal tópico da rede. Um bom exemplo é o que aconteceu quando um usuário perguntou “Quanto custou para a AOL distribuir todos aqueles CDs nos anos 1990”: a questão foi respondida pela ex-diretora de marketing da empresa e pelo cofundador e ex-diretor executivo da própria AOL.
Além disso, o Quora é muito funcional e possui atributos de outras redes sociais e portais. O usuário pode seguir pessoas, perguntas ou temas, semelhante ao que ocorre no Twitter, pode inclusive, acompanhar a movimentação e as atualizações, como acontece no Facebook. O site apresenta também uma pequena semelhança com a proposta do Formspring, que funciona com o sistema de perguntas e respostas, além de se aproximar das plataformas “wiki”.
Uma coisa é clara: por ainda se manter parcialmente restrita e frequentada por pessoas interessadas e principalmente esclarecidas a respeito dos temas, até o momento, a rede é capaz gerar conteúdo confiável aos usuários e permite uma troca de informações muito relevante e admirável. Contudo, uma questão, que pode parecer simples em um primeiro momento, fica em aberto: com o início do aparecimento do nome do Quora na mídia massiva e o consequente aumento do número de usuários, como manter a qualidade em um contexto de potencial explosão de crescimento? Acredito que a resposta não seja tão fácil, e que os “chefões” do Quora terão trabalho para atingir êxito nesse sentido, já que a rede possui atributos para atingir esse cenário em breve. Será mais uma rede que passará pelo desafios de manter suas propostas originais, neste caso causado pela popularização, além de “se manter viva”, conseguindo se sustentar neste ramo.
Felippe Ferro
Diretoria de Comunicação

V Congresso Abrapcorp



Entre os dias 05 e 07 de maio de 2011 acontecerá no Campus da Universidade de São Paulo (USP), o V Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, o V Congresso Abrapcorp 2011. O tema deste ano será “Redes Sociais, Comunicação e Organizações”.

Esta edição contará com convidados internacionais, como os professores:
– João Pissarra Esteves, da Universidade Nova de Lisboa, com a temática: opinião pública, comunicação;
– Peter Monge, da Southern University of California, que discorrerá sobre redes, mídias sociais e seus desafios para as organizações;
– Janet Fulk, da Escola de Comunicação e Administração da Southern University of California, que falará sobre o conhecimento organizacional através das redes sociais.

A submissão de trabalhos de pesquisadores nos diferentes campos de conhecimento no Congresso, traz abertura de um espaço para a discussão multidisciplinar. Nas Mesas Temáticas, os participantes terão a oportunidade de conhecer e debater sobre as interferências políticas, sociais e econômicas, que as redes e mídias sociais provocam nos ambientes organizacionais. Ainda completam a programação cursos, painéis e espaço para apresentação de trabalhos de Iniciação Científica.


INSCRIÇÕES:
04 de janeiro a 29 de abril.
INICIAÇÃO CIENTÍFICA:
Prazo para recebimento dos trabalhos que irão para o Espaço de Iniciação Científica do evento: 14 de fevereiro a 14 de março.
MESAS TEMÁTICAS:
Prazo para submissão de trabalhos: 04 de janeiro a 12 de fevereiro.

Para mais informações consulte o site da Abrapcorp: http://www.abrapcorp.org.br/

Jéssica Fleckner
Diretoria de Comunicação