O RP do mundo animal

Vocês sabiam que, desde 2003, o Golfinho, mais precisamente o Golfinho Rotador, é o animal mascote de Relações Públicas? Essa decisão foi determinada pelo Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas – CONFERP.

A justificativa para essa escolha é que, assim como os relações-públicas, os golfinhos rotadores são animais extremamente sociáveis e possuem um comportamento social bastante complexo.

“Portanto, idêntico à profissão de Relações Públicas, que ainda carece de pesquisas científicas mais aprofundadas sobre a sua teoria e aplicação, a fim de garantir a sua consolidação no mercado; que estabelece diferentes formas de comunicação com os seus públicos de interesse no intuito da verdadeira interação; que apresenta um espírito gregário, pois acredita na união do grupo para intensificar os resultados comuns; o golfinho rotador foi escolhido para ser o animal símbolo da profissão de Relações Públicas no país.” Fonte: CONFERP

Porém, alguns estudiosos são contra essa decisão. No livro “Relações Públicas – Quem sabe, faz e explica”, Roberto José Porto Simões critica a escolha do golfinho e justifica com o argumento de que tal decisão pode dar margens a interpretações negativas para os próprios profissionais de RP que, assim como os mamíferos, podem ser apenas pessoas condicionadas a fazerem brincadeiras. E, portanto, os golfinhos não simbolizam totalmente a profissão.

Profissionais da área citam o ornitorrinco como um mascote melhor para as RP’s.

E vocês, gostam do golfinho?

Juliana Tonin

Diretoria de Comunicação

Fontes:

SINPRORP

RRPP Online

Compre (quase) tudo com desconto

O e-commerce virou uma realidade nacional, não só pelas mudanças econômicas que o Brasil vem passando, mas também pela facilidade e comodidade que estes serviços oferecem.  A saber, e-commerce é definido como comércio eletrônico, qualquer tipo de comércio realizado a partir de um dispositivo eletrônico como o celular e computador. Neste sentido, o setor desta modalidade que mais se destaca são as compras coletivas.

Basta jogar no Google “compras coletivas” para perceber a gama de sites e empresas que apostam neste tipo de iniciativa. Geralmente, são oferecidos produtos de consumo não duráveis, com descontos que chegam a 90% e com um número limitado de horas para a aquisição da compra.

Neste contexto, vale a pena a discussão de como este comércio se veicula. Os sites de compras coletivas mais conhecidos, como Peixe Urbano e Groupon, utilizam as mídias sociais para a divulgação de suas ofertas, principalmente o Facebook e ainda possuem estratégias para que o próprio público divulgue as ofertas.

Contudo, para o Peixe Urbano, ainda não era o suficiente. Em maio, a fim de promover seu site e facilidades oferecidas, colocou uma máquina de dinheiro em um shopping de São Paulo que tinha por finalidade trocar dinheiro. Colocavam-se notas e o valor devolvido pela máquina era maior. Era como se a pessoa comprasse dinheiro por uma quantidade menor que ele valia. Tudo isso com a finalidade de mostrar as vantagens das compras coletivas. 

Além das estratégias de mídias e intervenções, este tipo de comércio também dá descontos maiores para novos compradores, ou para aqueles que convidam amigos a se registrarem no site. Este tipo de ação, como conceder créditos para compras coletivas, é mais comum em sites menores, que abrangem poucas cidades ou uma determinada região.

Nesta nova inserção, há espaço para a atuação do relações-públicas, principalmente na promoção destes sites e na procura por estabelecimentos parceiros que queiram oferecer seus serviços neste tipo de comércio. Cabe ao RP, procurar meios alternativos de divulgação, procurar as organizações de interesse para a oferta de produtos e ainda mais, procurar resolver o grande problema que este tipo de compra oferece: a insatisfação na hora de retirar o produto, como acontece em alguns casos.

E então, que tal se aventurar pelo mundo barato e desafiador das compras coletivas?

Bianca Cesário

Diretoria de Qualidade